Jardim Cuiabá 28.11.2018 | 08h45

redacao@gazetadigital.com.br
Divulgação/Polícia Militar
O policial civil Andes de Melo Faria, 43, o policial militar Nivaldo Evangelista da Costa Junior, 26, e o agente penitenciário Fabio Rodrigo de Souza Ramos, 41, foram detidos na madrugada desta quarta-feira (28), dentro de uma residência no bairro Jardim Cuiabá, após vários disparos de arma de fogo.
A ocorrência mobilizou várias viaturas policiais, inclusive da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), e resultou na apreensão de um arsenal de 12 armas e mais de 50 munições de diversos calibres.
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Segundo informações da Polícia Militar, os envolvidos participavam de uma festa no local com outras pessoas quando em determinado momento resolveram efetuar disparos no quintal do imóvel. Os vizinhos se assustaram e acionaram a Polícia Militar. Ao chegarem no endereço informado os policiais também ouviram tiros.
Na sequência, o portão da casa foi aberto e as pessoas que se encontravam no terreno, ao avistarem os policiais, fecharam novamente a entrada. Outros 6 tiros foram disparados. Diante do fato, os policiais solicitaram apoio de mais viaturas da Rotam que fecharam o cerco no local.
Após várias tentativas sem êxito, os policiais forçaram o portão, adentraram no imóvel e algumas pessoas correram para dentro da casa. Os policiais deram ordem para que todos ficassem em fila, com as mãos na cabeça para serem submetidos à abordagem e revista pessoal.
Durante a revista, Andes estava com uma pistola Taurus com 17 munições ponto 40 intactas, Nivaldo Evangelista se identificou como PM e com ele foi apreendida uma espingarda calibre 12, um revólver calibre 38 e estojos de munição.
Já com Fábio Rodrigo, que se identificou como agente prisional, foi apreendido um simulacro de pistola. Dentro da residência, outros materiais foram apreendidos como um carregador de pistola com 24 munições calibre .765, munições de vários números, 50 estojos de calibre 38, um simulacro de pistola, um coldre, dentre outros.
No final da abordagem, os policiais perguntaram quem era o proprietário da casa e Maria Aparecida Covezzi, mãe de um dos envolvidos, se identificou cini a dona do imóvel. Ela também foi conduzida para a delegacia. Para levar todos os envolvidos, os policiais solicitaram o apoio de micro-ônibus da Polícia Militar. O caso será investigado pela Polícia Civil (PJC) para identificar os autores dos disparos e os motivos.
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Zezito - 28/11/2018
Vai terminar em pizza
Adriano - 28/11/2018
Esse cidadão citado na matéria, nem é AGEPEN. Ele trabalhou de contrato no Socioeducativo. Foi Agente Orientador CONTRATADO no Complexo Sócio Educativo, há mais de 4 anos se autodenomina Agente Penitenciário em todo os lugares que vai. Nossa categoria já é vista com maus olhos, já existem os servidores que contribuem pra isso e ainda aparecem pessoas como esse sujeito que não teve competência nem pra entrar por concurso, para piorar a nossa imagem. Isso aí é falsidade ideológica sem nenhuma dúvida.
Adriano - 28/11/2018
Esse cidadão citado na matéria, nem é AGEPEN. Ele trabalhou de contrato no Socioeducativo. Foi Agente Orientador CONTRATADO no Complexo Sócio Educativo, há mais de 4 anos se autodenomina Agente Penitenciário em todo os lugares que vai. Nossa categoria já é vista com maus olhos, já existem os servidores que contribuem pra isso e ainda aparecem pessoas como esse sujeito que não teve competência nem pra entrar por concurso, para piorar a nossa imagem. Isso aí é falsidade ideológica sem nenhuma dúvida.
Mauricio - 28/11/2018
Cabeças-de-bagre. Se os tiros foram para cima, os projéteis vão cair e atingir algo ou alguém. Ou poderiam acertar uma aeronave, pois a região é via de pouso/decolagem no Aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande. Deveriam ser todos demitidos, se for o caso, de acordo com o que for descoberto e a culpa de cada um.
4 comentários