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13.03.2018 | 10h50

Presidiário rompe tornozeleira e foge de cadeia da Mata Grande

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Reprodução

 Atualizada às 15h20 - O presidiário Solon Pereira de Souza, 30, rompeu a tornozeleira eletrônica que usava e fugiu da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande, em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), no fim da tarde desta segunda-feira (12), durante atividades externas da unidade prisional.

O caso foi registrado por um agente penitênciário. Segundo o servidor, foi durante a contagem dos detentos, por volta das 18h, é que foi dada a falta de Solon. Ele realizava atividades laborativas no Centro de Treinamento da Penitenciária, sob monitoramento da tornozeleira. 

Ao fazer a checagem do equipamento, foi informado que Solon rompeu a tornozeleira por volta das 17h29 e fugiu do presídio.

Conforme apurou o Gazeta Digital, o detento veio transferido da Cadeia de Mineiros (GO), onde foi preso pelo crime de roubo com uso de arma de fogo.

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) divulgou nota confirmando a fuga.

Confira na íntegra

NOTA

A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) confirma a fuga de um reeducando da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, de Rondonópolis. De acordo com informação dos agentes de plantão, o fato foi constatado por volta das 18h desta segunda-feira (12), durante a conferência dos presos.

Solon Pereira de Souza, 30 anos, realizava trabalho no centro de treinamento da unidade penal, sendo monitorado por tornozeleira eletrônica, que teve o lacre rompido por volta das 17h29. A Sejudh esclarece ainda que ao rompimento de qualquer equipamento é informado imediatamente ao Poder Judiciário, que é a autoridade competente a tomar providências.

De um total de 11,4 mil presos em Mato Grosso, cerca de 2,8 mil são monitorados atualmente pelo equipamento eletrônico, em 33 cidades (incluindo Cuiabá e Várzea Grande).
O equipamento deve estar funcionando o tempo todo e essa responsabilidade é do preso. Qualquer violação à regra pode gerar a regressão de regime, ou seja, o réu volta para o regime fechado.

Além de ter a obrigação de manter o equipamento carregado (três horas de carga para 24 horas de uso), é dever do preso manter a tornozeleira íntegra, sem qualquer violação. Se o lacre for rompido, automaticamente um sinal é enviado à Central de Monitoramento da Secretaria de Justiça e o preso é considerado foragido.

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