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crise na segurança 14.01.2019 | 17h43

50% das viaturas do Estado estão paradas por falta de pagamento

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Chico Ferreira

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O Estado deve atualmente o montante de R$ 13,5 milhões para as empresas que alugam as viaturas utilizadas pelas forças de segurança pública, como Polícias Militar e Civil. Foi o que confirmou o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, nesta segunda-feira (14), para jornalistas que acompanhavam a reunião do governo com deputados estaduais diplomados.

 

Por conta das dívidas acumuladas ao longo de meses, a Segurança Pública do Estado chegou a ficar com quase metade de sua frota retida pelos fornecedores, o que representa aproximadamente 500 veículos, já que o governo aluga 987 carros para a pasta.

 

Os atrasos variam de empresa para empresa. “Tem fornecedores com três meses, com seis meses. São várias empresas que fazem locação. Tem para todos os gostos. Mas o fato é que estão todas com pagamentos atrasados”, afirmou Carvalho. Atualmente, há 8 contratos vencidos com locadoras de veículos. A não renovação se deu por conta dos atrasos nos pagamentos.

Segundo ele, a negociação junto aos empresários está a cargo do secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante. “O secretário Bustamante está chamando todos os fornecedores, pedindo um voto de confiança, um voto de credibilidade e acredito que, nesta semana, boa parte dessas viaturas passem a circular de novo em todo Estado”, afirmou o chefe da Casa Civil.

 

Bustamante confirmou que está tratando a demanda. “A Sesp está recebendo as empresas e solicitando a confiança no governo que ora assume, para que seja dado o decurso de prazo necessário para os eventuais pagamentos sem prejuízo no uso das viaturas. É importante para segurança do Estado que as empresas confiem no trabalho do novo governo para que a segurança pública não seja prejudicada”, destacou o secretário. 

 

Questionado a respeito de uma solução par ao impasse, que é financeiro e acaba afetando um serviço básico à população, Carvalho destaca a importância de que o Legislativo aprove os projetos encaminhados pelo governador Mauro Mendes (DEM), visando o reequilíbrio fiscal do Estado. Para ele, as reformas são “extremamente importantes para os próximos quatro anos do Governo Mauro Mendes”.

 

Conforme o governo, a preocupação agora é em oferecer as condições de trabalho para que os policiais mantenham em funcionamento os serviços de segurança para a população. Apesar da drástica redução no número de viaturas, o Estado ainda conta com uma frota para atender as ocorrências policiais.

 

Custos

 

Além do passivo de R$ 13,5 milhões, o Estado ainda es vê com dívidas pelo uso dos veículos objetos de contratos não renovados. Já os novos contratos, para vigência em 2019, o valor é de R$ 51 milhões. Contudo, eles estão em fase de análise por parte do secretário Bustamante. Há ainda um dívida de R$ 6 milhões com os fornecedores de combustíveis.

 

Em nota, o o governo afirma que a Secretaria de Segurança Pública perdeu nos últimos meses, por falta de pagamento, 45% da frota de veículos das Polícias Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros.

 

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