Cuiabá, Terça-feira 11/12/2018

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Veja como foi o debate 28.09.2018 | 10h35

Candidatos trocam acusações em debate e citam prisões e esquemas corrupção

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Os 5 candidatos que disputam o governo de Mato Grosso já estão na sede do Grupo Gazeta de Comunicação prontos para participarem do último debate promovido pela TV Vila Real (canal 10).

 

Participam do confronto de ideias os postulantes ao comando do Palácio Paiaguás: Arthur Nogueira (Rede), Mauro Mendes (DEM), Moisés Franz (PSOL), Pedro Taques (PSDB) e Wellington Fagundes (PR). Todos eles estão acompanhados de assessores e marqueteiros que repassam as últimas orientações e dicas antes de começar o debate.

 

Chico Ferreira

cabos eleitorais, debate gazeta

 

Além dos candidatos, dezenas de cabos eleitorais estão presentes na parte externa e ocupam a rua e as calçadas no entorno do Grupo Gazeta. Eles utilizam bandeiras, cartazes e entoam palavras de ordem em defesa dos candidatos que estão defendendo.

 

Além da transmissão pela TV, o debate, que começa às 11h e terá duas horas de duração, também é transmitido pelo Facebook do . O mediador é o jornalista Antônio Carlos Silva.

 

13h35 - Encerramento do debate e agradecimentos dos candidatos.

 

Wellington Fagundes pede votos e diz que pretende governar com Justiça e respeito ao cidadão. Quer trabalhar com todos, quer apoio dos servidores públicos. Fala em encontrar maneira de gerar emprego e felicidade, com apoio do setor empresarial e dos servidores.

 

Mauro Mendes agradece à esposa Virginia Mendes, ao povo e comemora a boa colocação nas pesquisas. Fala que se eleito adotará medidas simples para mudar muita coisa. Ao final ele pede votos aos candidatos de sua chapa.

 

Pedro Taques pede voto para que o "passado não possa voltar", pede votos a Nilson Leitão, agradece Rui Prado pelo apoio, destaca que os problemas de Mato Grosso não foram criados nos últimos 4 anos e por isso precisa do voto de cada eleitor para continuar governando e não passando a mão na cabeça de ninguém.

 

Arthur Nogueira agradece ao Grupo Gazeta pela oportunidade de participação nos debates e entrevistas. Alerta os eleitores para buscar sobre ele e suas propostas nas redes sociais. Quer ir para o segundo turno, no qual segundo ele, todos vão se unir para derrotar ele no segundo turno. Diz que essa é a hora da virada.

 

Moisés Franz agradece à TV Vila Real pela oportunidade e destaca que apresentou propostas. Pede votos para ele, aos candidatos a senador do PSOL, Procurador Mauro e Gilberto. Orienta os eleitores a pesquisar o histórico de cada eleitor para depois não passar mais 4 anos reclamando e lamentando.

 

Ao final, o mediador Antônio Carlos Silva destaca que se houver segundo turno, a TV Vila Real vai promover um debate no dia 19 de outubro entre os dois candidatos que continuarem na disputa.

 

13h25 - Arthur Nogueira questiona Fagundes sobre seu envolvimento em esquemas de corrupção já que foi delatado por Silval Barbosa acusado de ter recebido mais de R$ 1 milhão em propina envolvendo o Dnit. Diz que as obras da Copa do Mundo foram o maior escândalo de corrupção e desvio de dinheiro público. Fagundes prefere não entrar no assunto e foca na sua gestão enquanto parlamentar hários anos, senador e muitos votos em vários segmentos. Ressalta que pretende governar com apoio dos segmentos, buscando apoios.

 

Arthur ressalta que Fagundes mente e é alvo de mais de 12 processos. "Se ele não tivesse o foro privilegiado certamente não estaria participando desse pleito, seria um ficha-suja", sustenta Arthur Nogueira. Fagundes rebate e nega, diz ser uma pena não poder apresentar documentos, mas ressalta que a Justiça Eleitoral tem determinado aos adversários que retirem do ar conteúdos que atacam seu nome.

 

13h22 - Fagundes queer saber de Moisés Franz sua avaliação sobre o tratamento ao servidor público na gestão Pedro Taques. Franz por sua vez garante que vai valorizar os servidores e não vai atrasar salários, vai conceder o RGA. "Não vamos trair o servidor público", afirma o candidato do PSOL ao citar que vários sindicalistas traíram os servidores ao se aliarem à candidatura de Fagundes que é o "patrão". 

 

Por sua vez, o republicano destaca que sua chapa tem representação nos segmentos do funcionalismo público e valoriza as mulhares. Destaca que sua candidata a vice, Sirlei Theis (PV), é mulher e servidora pública. Franz reforça seu histórico como servidor que sofreu em governos passados e chama a categoria a contar com ele que se for eleito vai preservar os direitos dos servidores.

 

13h18 - Franz quer saber de Mendes as promessas para a saúde, para o novo Pronto-Socorro e para o setor de habitação. Mauro Mendes destaca os avanços da saúde na sua gestão como prefeito, abertura do Hospital São Benedito e reforma. Ressalta que fez muitas ações, fez projeto, licitou e brigou na Justiça para garantir a área do novo Pronto-Socorro por isso demorou a obra e a promessa lá atrás não foi cumprida. "A obra está lá, é a maior obra da saúde, fico feliz em ter dado o pontapé", afirma Mendes.

 

Moisés chama o eleitor a prestar atenção nas promessas, ressalta que Mendes prometeu entregar o Pronto-Socorro e não cumpriu. Portanto, mentiu. Mauro Mendes ressalta que fez várias outras coisas que não havia prometido como 21 escolas, vários parques e reabrir o hospital São Benedito.

 

13h15 - Mauro Mendes cita superfaturamento em licitações na gestão Taques suspensa pelo TCE, grampolândia, prisão de 7 secretários, atrasos em salários e falta de dinheiro para saúde. Ele questiona Moisés Franz sobre avaliação da gestão Taques. Franz diz que é dinheiro que vai para o ralo e por isso é preciso ter transarência, pois hoje as informações são omitidas, divulgadas de forma parcial e o cidadão não consegue fiscalizar. "Não temos transaparência, precisamos dar transparência ao povo de Mato Grosso que entra governo e sai governo e o povo não sabe para onde vai os recursos. É muito fácil prometer e colocar placas", afirma Franz.

 

Mauro Mendes cita sua aprovação quando deixou a Prefeitura. Ele volta a citar os escândalos que respingam na gestão Taques e as prisões de secretários e do primo do tucano, o ex-secretário Paulo Taques. Moisés ressalta que a população quer boa saúde, educação e segurança e não promessas que não podem ser cumpridas. Ele promete combater a corrupção e fazer o arroz com feijão. 

 

13h09 - Começa o quarto e último bloco no qual os candidatos continuam questionando os oponentes. Quem começa perguntando é o tucano Pedro Taques. Ele escolhe Wellington Fagundes a responder uma pergunta que fez em outro debate e o republicano não respondeu. Questiona sobre projeto investir em rodovias e reduzir custos nas obras.

 

Fagundes garante que o asfalto citado po Taques como sendo de sua gestão é fruto de trabalho da bancada federal e esforços do republicano com outros parlamentares. Explica que ajudou a buscar recurso no BNDES para fazer rodovias, asfaltos e pontes. Garante que em todas essas obras ele enquanto deputado federal teve participação, apesar de Pedro Taques não reconhecer. Garante que se eleito vai continuar tocando as obras ao terminar àquelas que foram iniciadas.

Taques afirma que no passado as obras não eram concluídas porque "se roubava". Diz que Mauro Mendes não o apoia porque o "leitinho foi cortado".

 

Fagundes ressalta que suas contas sempre foram aprovadas e que sua luta em buscar recursos para Mato Grosso sem olhar quem está no governo vai continuar. Diz que governar é arte de saber priorizar e dialogar. "Não discriminarei ninguém". 

 

13h02 - Taques questiona Mauro Mendes sobre como conseguiu renovar incentivos fiscais e foi suas empresas que mais demitiram em 2014. Mendes afirma que Taques é conhecido por excesso de promessas e mentiras. "Precisamos acabar com políticos que falam coisas que não são aquilo que estão nas ruas", diz. Confirma que suas empresas recebem incentivos fiscais que foram mantidos na gestão Taques. Lembra que há pouco tempo era elogiado por Taques que o queria como vice em sua chapa. Mendes ressalta que ao ir para o grupo adversário agora "não presta" para o tucano.

Taques rebate e cita recuperação judicial de Mendes e afirma que se beneficia de incentivos fiscais. "Vai ter que devolver dinheiro. Estou cortando leitinho de muita gente", diz.

 

Mendes cita esquemas de corrupção envolvendo a gestão de Taques e a prisão de Paulo Taques. Mas garante que ele vai trabalhar. "Tem que parar de mentir para a população", ressalta o democrata.

 

12h59 - Pedro Taques questiona Arthur Nogueira sobre projetos para a educação. Quer saber a proposta do candidato da Rede. Nogueira contesta que as escolas em tempo integral estejam funcionamento corretamente como afirma Taques. Argumenta que é preciso investir nos profissionais, monitorar as escolas com sistema de CSTV para identificar quem entra e sai para refletir na segurança e garantir tranquilidade dos pais. E investir na merenda escolar, na compra e na qualidade.

 

Taques fala que sua gestão garantiu avanços, reajuste salarial e concurso para 5,7 mil vagas. Afirma que Mato Grosso melhorou nos indicadores da educação na sua gestão. Arthur rebate : "Não sei onde está esse Estado que o candidato fala". Ele garante que vai investir na Unemat para reverter o sucateamento que a unidade enfrenta na gestão Taques. Afirma que vai tratar a educação como prioridade também.

 

12h56 Nogueira cita a grampolândia e quer saber de Moisés Franz a política para resgatar a credibilidade na segurança pública e garantir tranquilidade à população. Franz aproveita a deixa e garante que a onda de crimes só aumenta nas ruas e dentro dos presídios. Garante que é preciso investir em tecnologia para monitorar e combater crimes. Fala em política efetiva de combate e proteção à população. Arthur ressalta que é preciso mais do que isso porque fazer segurança é complexo. Fala que é preciso investimentos para que os policiais possam agir para impedir os crimes e para isso investimentos em equipamentos são necessários. Franz garante que vai fortalecer meios de combate à corrupção.

 

12h53 - Arthur Nogueira questiona Pedro Taques sobre as eleições de 2016 onde ele apoiaria Mauro Mendes, mas apoiou Wilson Santos já que Mendes desistiu. O tucano diz que a pergunta precisa ser feita a Mauro Mendes. Ele aproveita para falar de obras da copa inacabadas da empresa Engeglobal da família de Fábio Garcia, que coordena a campanha de Mauro Mendes. Diz que cortou o "leitinho" dessas pessoas e por isso obras estão paralisadas. Destaca que quer ajudar Cuiabá independente de quem seja e que Mendes que precisa se explicar sobre as eleições de 2016.

 

Nogueira fala que são interesses políticos e partidários que motivam as alianças entre amigos e depois "inimigos", a cada dois anos a história se repete e a população fica sem ver as obras. Taques volta a falar de investimentos para a agricultura familiar para dar dignidade a pessoas que precisam.

 

12h50 - Mendes questiona Nogueira sobre políticas na segurança pública. O candidato diz que Mendes não é a melhor pessoa para falar do assunto. Destaca que existem desvios e corrupção e por isso precisa ter enxugamento e PEC dos Gastos que prevê só gastos com obras e o Estado não tem recursos.

 

Mendes diz que usará sua experiência para ajudar prefeitos e fará grande programa de habitação popular, o dinherio segundo ele, virá do Fethab. Nogueira diz acreditar que Mendes não está andando por Cuiabá onde o asfalto feito por ele está sendo rasgado e refeito consumindo dinheiro público. Afirma que as obras de asfalto na gestão Mendes foram de má qualidade.

 

12h46 - Mendes quer saber de Pedro Taques sobre a política contra as drogas e tratamento de usuários de entorpecentes. Taques destaca investimentos e apreensões de drogas na sua gestão, diz que aumentou efeito do Gefrom e hoje são mais de 150 policiais para impedir a entrada de drogas da Bolívia. Cita que a escola em tempo integral evita que crianças e adolescentes tenham tempo para se envolver com drogas. Afirma que a polícia trabalha constantemente para evitar o tráfico.

Mendes destaca que na gestão de Taques 7 casas terapêuticas foram fechadas. Fala em trabalhar com parceiros, igrejas e entidades para garantir tratamento e recuperação de pessoas usuárias de drogas. Taques rebate e pontua que Mendes fechou uma casa que atendima mulheres vítimas de violência doméstica. "O Emanuel Pinheiro fez, mas o Mauro Mendes não fez nada", diz Taques ao citar ações da atual gestão contra os pontos de "cracolândias" perto da rodoviária e no Morro da Luz. Mendes ressalta que deixou a prefeitura com 80% de aceitação.

 

                               

12h43 - Fagundes questiona Arthur Nogueira sobre regularização fundiária. Nogueira diz que é preciso acabar com a politicagem sobre o tema dentro dos órgãos e trazer a prefeituras para dar a titularidade aos pequenos produtores para utilizar, trabalhar e produzir gerando alimentos já que 70% dos alimentos em Mato Grosso vêm de outros estados. Ele fala que é preciso incentivar e criar feiras comunitárias. Destaca que em 28 anos Fagundes nada fez pela regularização fundiária.

 

Wellington Fala em regularizar cerca de 80 mil propriedades, mas para isso é preciso tempo e pesquisa. Nogueira diz que sabe a luta dos produtores que aguardam anos à beira de rodovia para ter a posse de suas terras e quando conseguem, não têm recursos e nem equipamentos para trabalhar e produzir. Diz que só agora em época de eleição o adversário faz proposta milagrosa.

 

12h40 - Fagundes faz pergunta a Pedro Taques. Quer saber o motivo de tantas obras inacabadas principalmente na saúde. Taques, afirma que sobre obras em Cuiabá a pergunta deve ser feita a Mauro Mendes. Sobre o Estado, destaca as emendas federais para o Pronto-Socorro e agradece Wellington Fagundes e os investimentos feitos pelo Estado. Confirma muitas obras paradas e greve de 53 dias na saúde em Cuiabá quando Mauro Mendes era prefeito. Destaca que já refez a lei de incentivos fiscais. "O que vocês dizem que vão fazer, eu já fiz".

 

Fagundes ressalta da promessa de Taques e Mendes de entregar o novo Pronto-Socorro lá atrás, o que não foi cumprido. Ele fala para Pedro Taques ter calma. Taques rebate que Fagundes é que está nervoso e apoiou todos os outros candidatos nos últimos 28 anos. Ressalta que o republicano é do grupo de Silval Barbosa. Cita obras e reformas de unidades como o Hospital Regional de Rondonópolis. "O senhor é de lá e nunca fez isso", afirma Taques a Fagundes.

 

12h37 - Moisés Franz faz pergunta para Arthur Nogueira, proposta para gerar emprego e renda em Mato Grosso. Nogueira destaca ser um tema tratado ano a ano em todas a eleições e candidatos que só prometem. Afirma que isso se agrava quando o Estado gasta mais do que arrecada, e todos pagam. Fala que é preciso fazer a reforma tributária e ver onde pode ser enxugada essa alta carga tributária. Investir na educação e cursos técnicos para que jovem sejam capacitados para atuar no comércio e não almejar apenas concursos públicos.

 

Franz diz que vai fazer revisão na lei de incentivos fiscais, fiscalizar a Lei Kandir e investir no turismo para gerar empregos. Nogueira afirma que cada setor, em sua gestão, terá tratamento diferenciado conforme atividade comercial. "Não podemos beneficiar apenas os grandes como acontece aqui em Mato Grosso", destaca. Garante igualdade para todos.

 

12h32 - Neste terceiro bloco, cada candidato pode fazer perguntas para dois oponentes. Pelo sorteio, Moisés Franz pergunta a Fagundes sobre saneamento básico e a falta de projetos em dezenas de cidades. Quer saber o projeto do republicano para melhorar o saneamento. Fagundes cita a Usina de Manso e garante que não faltará água para Cuiabá pelos próximos 500 anos. Lembra que no passado tinham enchentes devastadoras e isso não acontece mais. "Vamos fazer parcerias, nacional e internacional para inclusive fazer investimentos em aldeias indígenas", diz Fagundes.

 

Franz destaca que a falta de saneamento reflete na saúde e aumenta ocorrências de várias doenças que demandam dinheiro público para tratar algo que poderia ser evitado com saneamento básico. Fagundes diz ter experiência na área. "Em juína sou chamado de o homem da água", diz o candidato ao citar trabalhos já realizados em Brasília buscando parcerias e garantindo investimentos a prefeitos para realização de obras. Concorda que água tratada e coleta de esgoto reduz problemas de saúde.

 

12h28 - O debate com os 5 candidatos ao governo do Estado é retomado para ser concluído o segundo bloco e dar início ao terceiro. O jornalista questiona Arthur Nogueira qual tratamento dará à sociedade civil organizada, como movimentos sociais e de defesa de direitos humanos. Nogueira garante que vai tratar como todo cidadão merece, com respeito. Destaca sua atução como policail rodoviário federal em greve de caminhoneiros e protestos do MST. Afirma que as minorias não podem continuar sendo discriminadas e sendo alvo de preconceitos. Defende o público LGBT e diz que foi o único candidato ao govenro a participar da Parada Gay.

 

Nogueira é questionado sobre ação truculenta de policiais durante protestos e diz que vai treinar os agentes policais e quem infringir será punido, mas com amplo direito ao contraditório. Afirma que agente público tem que dar exemplo e ter postura. Cita ainda a grampolândia pantaneira como um "exemplo de vergonha pública".

 

11h59 - Debate é interrompido para a propaganda eleitoral obrigatória e quando retornar após 25 minutos, o mediador fará perguntas ao candidato Moisés Franz que não foi questionado por nenhum outro candidato.

 

11h56 - Mendes diz para Fagundes não falar o que não sabe pois saiu da prefeitura com 80% de aprovação. Depois questiona Moisés Franz sobre o que fará para reduzir a violência contra a mulher. Franz diz que é preciso agir para reduzir a violência contra todas as pessoas garantindo condições de trabalho aos policiais, investir em tecnologia da informação para combater a violência, inclusive na fronteira onde passa droga. 

 

Mendes fala em ampliar delegacias da mulher em outras cidades, jogar duro contra os candidatos e fortalecer os aparatos policiais como um todo. Franz destaca que é preciso fortalecer as medidas protetivas que não funcionam de forma efetiva pois tem casos que mulheres registram ocorrências e depois são mortas. 

 

11hh53- Mauro Mendes questiona Fagundes sobre atrasos existentes hoje, quer saber se Mato Grosso quebrou na gestão Taques e o que deve fazer para mudar essa situação. Fagundes diz que pretende ser eleito para governar ao lado do povo, usar o diálogo, ter humildade e cumprir compromissos já firmados, independente de gestor. "Salário pra mim é sagrado", diz ao explicar que vai debater com outros setores formas de buscar soluções para o problema e para construir mais obras.

 

Mauro Mendes cita sua gestão como prefeito e diz que cortou custos, reduziu secretárias e se for governador vai fazer o mesmo para sobrar dinheiro para investigar na educação, na saúde e setores que mais precisam.

Fagundes ressalta que Mendes deixou várias obras inacabadas e que fazer uma boa gestão inclui concluir todas as obras  e governar para todos. Cita que já ajudou a conseguir recursos em Brasília para obras que Mauro Mendes não concluiu.

 

                          Confira no vídeo abaixo tudo o que rolou na primeira parte do debate na TV Vila Real

                             

 

11h48 - Taques escolhe Moisés Franz para responder sobre programa para rede de proteção para pessoas pobres que mais precisam de auxílio do Estado. Franz diz que o Estado precisa apoiar essas pessoas que vivem abaixo da linha da miséria, levar cursos, qualificação e programas que garantam renda mínima para que tenham um emprego e alguma fonte de renda.

Taques se diz satisfeito e agradece Franz por elogir seu programa de governo, o Pró-Família e fala em aumentar o número de pessoas beneficiadas no projeto.

Moisés diz que os candidatos do PSOL não têm problema em dar continuidade a programas que estão dando certo e que ainda é preciso ofertar cursos e qualificação para pessoas que vivem nos bolsões de miséria um contraste com alguns barões do agronegócio.

 

11h45 - Franz questiona Mendes sobre o que vai fazer para combater a corrupção e lembra de seu envolvimento na compra fraudulenta de um apartamento num leilão judicial. Mendes afirma não ter qualquer envolvimento com corrupção e afirma ser alvo de ataques e mentiras. Diz que há 3 anos foi citado na Operação Ararath e inocentado depois. Destaca que o processo do apartamento é na iniciativa privada e acredita que será inocentado.

 

Franz questiona se Mendes não quer colocar o Estado também em recuperação judicicial a exemplo de suas empresas. Mendes rebate e diz que suas empresas já pediram o fim da recuperação judicial. Diz que não recebe isenção fiscal. Ele fala que vai criar um grande programa de criação de renda para que Mato Grosso volte a gerar emprego para todos. Isso pode ser feito por meio de isenção fiscal de forma inteligente.

 

11h43 - Pedro Taques quer saber de Wellington Fagundes sobre incentivos fiscais, qual programa para o Estado, sem renovar incentivos. Fagundes diz não ter números porque o portal transaparência não funciona. Mas defende que incentivos fiscais precisam ser fiscalizados pois tem empresas beneficiadas que não geram benefícios sociais a exemplo de empregos prometidos. Destaca que falta fiscalização por parte do governo e por isso muitas empresas foram embora e outros empresários pagaram recursos e desviaram. Afirma que Taques como governador precisa explicar isso e fornecer números, dizer quem está desviando.

 

Taques cita a gestão de Silval Barbosa, que segundo ele, apoia Fagundes. Destaca que agiu para evitar extorsão por meio do Prodeic como funcionava na gestão Silval. Fagundes diz que tem 22 anos de vida pública e nunca recebeu incetivo fiscal e nem atrasou salários de funcionários, uma crítica a situações registradas na gestão de Pedro Taques.

 

João Vieira

Mauro Mendes e Pedro Taques, debate Vila Real

 

11h40 - Moisés Franz questiona Pedro Taques sobre denúncias de corrupção que respingam nele. Quer saber o que vai fazer para combater a corrupção. Taques diz que vetou projeto para aumento de verbas na Assembleia, mas não conseguiu aprovar. Volta a destacar que quando cita Silval Barbosa e Carlos Bezerra "dói". Mas destaca que é preciso citar isso. "Eu não passei a mão na cabeça de quem quer que seja. Mato Grosso é o segundo estado que mais se aplica a lei anti-corrupção", diz Taques.

 

Franz reforça que o governador tem um primo, Paulo Taques, envolvido em esquema de corrupção na Seduc. Fala que vai combater fortemente a corrupção. Taques ressalta que todos têm direito à ampla defesa, ao contraditório. "Portanto, o canditao Moisés está totalmente enganado, nosso governo tomou todas as medidas, inclusive com rompimento dos contratos". Garante que seu patrimônio é o mesmo de quando não atuava na política.

 

11h37 - Fagundes pergunta a Mauro Mendes sobre projeto para melhorar as rodovias e garantir o problema enfrentado no setor de lotística. Mendes diz que precisa fazer o recurso do Fethab ser empregado de forma correta na manutenção de rodovias, pois há desvio par outras finalidades. Fala em fazer parcerias púlbico privadas e concessão. Destaca que se Mato Grosso não tem dinheiro nem para saúde, é preciso ter prioridades, que para ele é a saúde. Por isso reforça em buscar parcerias com iniciativa privada.

 

Fagundes diz que o grande problema são obras inacabadas. Ele promete buscar parcerias e recursos até internacionais para melhorar a malha viária. Mauro Mendes promete priorizar para concluir a rodovia estadual MT-100, trabalhar para melhorar outras rodovias estaduais que ligam municípios do Araguaia e Médio-Norte. Para isso vai buscar parcerias e usar o Fethab de forma correta.

 

11h34 - Fagundes escolhe Moisés Franz para responder, quer saber sobre sua política para os idosos em Mato Grosso. Fraz fala em fortalecer políticas públicas voltadas para essas e outras populações como quilombolas, agricultura familiar, turismo. "Precisamos fortalecer e tratar com carinho os idosos com política pública para que tenham centros de convivivência em parceria com prefeituras", diz. Garante que tem ampla política de governo para tratar todas essas questões.

 

Fagundes diz que ajudou a criar política permanente que beneficia milhares de idosos no Brasil. Franz diz que é preciso garantir melhorias, educação e segurança de qualidade para o povo sentir que o serviço público funciona e não fica somente nas promessas. Garante fazer o básico.

 

11h31 - Nogueira questiona Wellington Fagundes sobre partidos de sua coligações e políticos acusados de corrução. Questiona se Fagundes também defende o ex-presidente Lula em liberdade. Fagundes diz que vivemos numa democracia e sua coligação traz partidos de diferentes posicionamentos, de direita e esquerda. "Quero trabalhar com a sociedade", diz. Garante que a coligação ampla permite trabalhar com quem for eleito presidente da República. Pretende usar o diálogo para encontrar soluções.

 

Nogueira diz que Fagundes não respondeu se é a favor de Lula Livre. Diz que admistrador não pode ficar sobre o muro e cobra de Fagundes que responda a pergunta. O republicano afirma não ser órgão de controle, ele como gestor precisa administrar a máquina pública. Destaca os avanços na gestão de Lula onde mais de 50 milhões de pessoas saíram da pobreza.

 

João Vieira

Mauro Mendes e Pedro Taques, debate Vila Real

 

11h27 - Arthur Nogueira questiona Mauro Mendes sobre o que vai fazer com o duodécimo da Assembleia que é maior que o da Defensoria Pública que atende pessoas que mais precisam. Mauro Mendes usa o tempo para rebater a parte em que Pedro Taques disse que Silval Barbosa apoia Mendes. Ele nega e destaca que a Justiça proibiu o tucano de fazer tais afirmações. Ele acha absurdo os valores repassados para a Assembleia. Não dá pra Assembleia receber R$ 500 milhões enquanto falta dinheiro para fazer obras e melhorias importantes", diz

 

Nogueira destaca que os deputados recebem verbas em valores altissimos sem necessidade de prestar contas. Diz que se for eleito vai reduzir o duodécimo e verbas indenizatórias. Mendes diz que na base da briga não se resolve nada. Se eleito vai conversar, pois muitos segundo ele, disseram que aceitam reduzir os valores. Garante que vai investir na saúde.

 

11h26 - Departamento de jornalismo avaliou que não cabe direito de respostas a Mendes e Fagundes.

 

11h25 - Neste segundo bloco os candidatos fazem perguntas entre si. 

 

11h20 - Os candidatos Mauro Mendes e Wellington Fagundes pedem direito de resposta sobre a fala de Pedro Taques. A produção do debate vai analisar os pedidos e argumentos e decidir se concede ou não, depois do intervalo.

 

11h19 - Moisés Franz do PSOL diz que o povo quer solução imediata para o VLT e é possivel sim concluir a obra. Destaca que não se pode jogar o dinheiro já investido no VLT no ralo da corrupção. O povo quer solução para a obra que temos metade dela concluída. Sobre a saúde diz que a população sente na pele quando procura as unidades e não encontram atendimento, obras de hospitais inacabados. Afirma que dinheiro tem, mas o cidadão não tem clareza sobre onde esse dinheio está sendo utilizado. Promete melhorar os hospitais regionais. Diz que é falta de gestão e falta de transparência que ocorre hoje em dia.

 

João Vieira

debate gazeta, eleições MT

 

1h17 - Mauro Mendes é o quarto candidato a responder a pergunta sobre saúde e as obras parlisadas do VLT, para apresentar soluções e citar a fonte de onde buscará dinheiro. Ele argumenta que não faz campanha atacando e criticando a exemplo de outros adversários. Destaca que quando foi prefeito a saúde no interior não funcionava e que hospitais regionais não funcionam até hoje, pois, segundo ele, o governo do Estado não faz os repasses necessários. Diz que se eleito, vai trabalhar com os gestores, atuar com consórcios para comprar medicamentos e insumos de forma conjunta. Promete terminar a obra do Hospital Júlio Muller. "Vou ser conhecido como o governador que fez a saúde funcioinar". Sobre o VLT diz que vai estudar para encontrar solução, porque não tem dinheiro para concluir a obra.

 

11h14 - Governador Pedro Taques, que busca a reeleição é o terceiro a responder ao mesmo questinamento. Ele argumenta que todos os candidatos jogam a culpa do que não funciona sobre sua gestão. Destaca, no entanto, que a saúde nunca funcionou a contento. Cita que na gestão de Mauro Mendes como prefeito de Cuiabá a saúde era um caos e enfrentou greve de 53 dias. Destaca que na sua gestão foi reaberto o Hospital São Bededito e investe para concluir o novo Pronto-Socorro de Cuiabá que vai beneficiar milhares de pessoas. Observa que Fagundes é político há 28 anos e nesse período sempre existiram problemas na saúde, nunca resolvidos. Sobre o VLT, afirma que o ex-governador Silval Barbosa roubou o dinheiro. Destaca que Mauro Mendes e outros políticos estavam lá apoiando e nada fizeram para impedir o roubo do dinheiro do VLT.

 

11h12 - Arthur Nogueira é o segundo a responder a mesma pergunta sobre saúde, obras do VLT e de onde vai retirar recursos. Ele afirma que o Estado está quebrado, mas precisa levar a sério a questão da regulação de vagas, das filas onde pacientes morrem sem atendimento. Fala em cobrar dos prefeitos para cumprir o que determina o SUS. Buscar recursos federais para colocar em dia os repasses de R$ 36 milhões e fazer os impostos retornar em forma de benefícios aos contribuintes e cidadãos de Mato Grosso. Sobre o VLT, o candidato da Rede Sustentabilidade afirma que a responsabilidade era de todos os políticos que não fiscalizaram a obra. Ressalta que é preciso priorizar saúde, segurança e não gastar R$ 1 bilhão com o VLT para o povo pagar a conta depois.

 

11h09 - Por sorteio, Wellington Fagundes é o primeiro a responder se vai resolver os problemas relacionados à saúde nos 141 municípios e o sobre as obras do VLT paralisadas desde o final de 2014. Ele responde que sua marca é o trabalho. Argumenta que nunca prometeu construir tantas casas ou penitenciárias, pois vai trabalhar com o povo e com os gestores, a exemplo de prefeitos dos municípios mato-grossenses. Fala em buscar parcerias junto ao governo federal para tentar finalizar a obra do VLT. Será discutida com poderes e buscará parceria, garante ele. Diz ainda que a questão da saúde é a que mais atormenta a população e por isso será prioridade em seu governo, caso seja eleito no dia 7 de outubro.

 

11h08 - No primeiro bloco, é feita uma pergunta comum do mediador a ser respondida por todos os candidatos. Cada um deles terá dois minutos para responder. Nos demais blocos, os candidatos poderão fazer perguntas entre si.

 

11h07 - Regras para o debate - Cada candiato está acompanhado de 5 assessores que ficam em salas separadas. Nos intervalos, apenas um assessor pode ir ao estúdio e conversar com o candidato por 1 minuto e 30 segundos. Cada um deles também trouxe 15 convidados que assistem ao debate no auditório do Grupo Gazeta. Usar objetos ou documentos que não seja o plano de governo ou bloco de anotações é proibido pelas regras do debate. Quem descumprir terá o áudio do microfone cortado. 

 

11h - Começa o decisivo debate da TV Vila Real, realizado faltando 9 dias para as eleições do dia 7 de outubro. O jornalista Antônio Carlos Silva apresenta as regras e destaca que o Grupo Gazeta oportuniza espaço igual para todos os candidatos tanto nos debates quanto nas rodadas de entrevistas realizadas nos veículos que integram o Grupo.

 

 10h41 - Taques chega acusando Mendes de não cumprir requisitos para receber incentivos fiscais

 

Ao chegar no Grupo Gazeta, o  governador Pedro Taques concedeu uma rápida entrevista para falar da expectativa sobre o debate e acusou que a empresa do candidato Mauro Mendes, a Bimetal, descumpriu todos os requisitos obrigatórios para ter direito a concessão de Incentivos Fiscais.

 

Segundo o governador, o benefício foi dado pelo ex-governador Silval Barbosa, e que, após investigações,se encontraram uma série de fraudes. 

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