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09.02.2018 | 16h45

Desmentido por aliado de Silval, Emanuel nega envolvimento 'com mar de lama'

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), voltou a reafirmar sua "inocência" em relação às acusações de que teria recebido propina do ex-governador Silval Barbosa, para apoiar os projetos do Executivo na época em que era deputado estadual. Segundo o prefeito, ele não tem nenhuma relação com "o mar de lama" denunciado pelo ex-governador.

Marcus Vaillant

Emanuel diz que não tem nada a ver com 'mar de lama' da corrupção

Emanuel foi flagrado em um vídeo recebendo maços de dinheiro e os colocando no paletó. O dinheiro seria referente a um suposto "mensalinho" pago por Silval; o vídeo faz parte da delação premiada do ex-governador, já homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux.

O assunto voltou à tona após o chefe de gabinete do ex-governador, Sílvio Cezar Correa Araújo, reafirmar à Polícia Federal que o dinheiro entregue por ele ao prefeito não era destinado ao pagamento de uma dívida contraída junto à empresa do irmão do político, como alega o emedebista.
 

Leia mais - Aliado de Silval contesta defesa de prefeito sobre maços de dinheiro

Sílvio afirmou que as dívidas foram pagas com cinco cheques, cada um de R$ 40 mil, apenas em meados de novembro de 2014. Tal afirmação contraria a informação prestada pelo prefeito para justificar o recebimento do dinheiro.

Ao ser questionado sobre as informações prestadas por Silvio, Emanuel disse que a verdade “está aparecendo” e que não tem relação com as denúncias feitas na delação premiada. Além de Emanuel, vários outros políticos foram gravados recebendo a suposta propina.

“Hoje ele reconheceu que tem uma dívida com meu irmão. Uma dívida de pesquisa com meu irmão que está executando ele. Então, a verdade está aparecendo. É só o que eu vou falar. Não falarei mais uma palavra sobre isso. (...) Eu não tenho nada a ver com todo esse mar de lama que foi denunciado”, afirmou.

Ainda segundo Emanuel, a sua postura em não comentar sobre o caso trata-se de uma orientação jurídica e, por isso, ele irá se explicar apenas no processo. “A verdade vai aparecer e está aparecendo, já demonstrando aí. Não quero falar sobre isso até porque eu já disse que é uma ação jurídica, orientado pelos meus advogados. É um assunto sério. E como sempre tenho dito: a verdade vai aparecer e está aparecendo”.
 

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