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Aliada de Bolsonaro 09.10.2018 | 13h42

Eleita senadora, Selma Arruda faz campanha contra ‘esquerda radical’ do PT - veja vídeo

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Arthur Santos da Silva

arthur@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

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Eleita senadora pelo PSL, a juíza aposentada Selma Arruda destacou  que o mais difícil em sua campanha foi lutar contra o que chamou de “comitê da maldade”, combatendo notícias falsas. Mesmo com histórico recente, a magistrada aposentada, que edifica palanque ao presidenciável Jair Bolsonaro, propaga a informação de que o Partido dos Trabalhadores (PT) compõe quadro de extrema esquerda na política brasileira.  

 

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“[O mais difícil] foi o comitê da maldade, as denúncias de caixa 2 improcedentes, as fake news, os vídeos que até no último momento foram veiculados para descontruir a minha imagem. Mas graças da Deus o eleitor demostrou, acho que no Brasil inteiro, que não quer mais esse tipo de política”, afirmou Selma em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, nesta terça-feira (9).     

 

Selma foi a candidata ao Senado mais votada em Mato Grosso, sendo escolhida por 678.458 eleitores. A senadora eleita aproveitou o espaço para fazer campanha a Jair Bolsonaro no segundo turno disputado contra Fernando Haddad (PT).   

 

“Estou conversando com os eleitos, com as pessoas, muita gente se porta agora como um soldado, com uma pessoa que participa ativamente da eleição, as pessoas não estão nas suas casas, esperando a coisa acontecer”, afirmou.   

 

No atual cenário de disputa, o Partido dos Trabalhadores, grupo político de centro-esquerda fundado na década de 80, é categorizado por Selma como de extrema esquerda.   

 

“Agora é a hora de buscar aquele voto que não votou no Bolsonaro no primeiro turno, mas que também não voto num partido de esquerda radical como é o Haddad”, salientou Arruda.

 

Selma comentou ainda sobre sua interpretação das propostas lançadas pelo Partido dos Trabalhadores. "Foram omitidos algumas coisas por parte da campanha do Fernando Haddad, como por exemplo, que faz parte do plano de governo dele a aprovação das drogas. Isso eu acho que qualquer cidadão de bem não vai concordar".

 

Plano de governo de Haddad é claro quando afirma que a prevenção ao uso de drogas se dará nas áreas de saúde e educação, além de se comprometer a estudar as experiências internacionais de descriminalização do uso de entorpecentes. O Partido dos Trabalhadores não se compromete a "aprovar" as drogas, como dito por Selma.

 

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