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08.02.2018 | 09h17

Mauro Mendes lamenta, mas diz que não tinha obrigação de ser candidato novamente

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Atualizada às 11h20 - O ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) lamentou o fato de não poder ter se candidatado à reeleição na campanha de 2016, mas ponderou que não tinha essa obrigação. “Eu não tinha nenhuma obrigação de ser candidato novamente e as pessoas também não tinham obrigação nenhuma de votar em mim novamente”, disse na manhã desta quinta-feira (8), em entrevista concedida ao programa tribuna, na Rádio Vila Real FM. Para ouvir a entrevista clique aqui.

João Vieira

Ex-prefeito Mauro Mendes

"Não pude por problemas pessoais, por problemas familiares, tive que voltar pros meus negócios", explicou. Ele afirmou ainda que além de não participar do pleito, não viu em nenhum candidato os requisitos que o fizessem demonstrar apoio. "Fiz a opção de não apoiar nenhum deles. Eu faço política por convicção. Fiquei na posição de neutralidade, deixando que as pessoas analisassem". 

Sucessor

O ex-prefeito foi questionado sobre a situação de seu sucessor, o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), citado em delação premiada do ex-governador Silval Barbosa, que apresentou um vídeo que mostra Emanuel recebendo maços de dinheiro, que seria propina em troca de apoio ao então governador.

“As cenas são muito fortes, as cenas falam por si só. Eu já vi ele sendo questionado pelos meios de comunicação, dando a ele oportunidade de explicar se era aquilo mesmo que o Silval disse, e ele disse que explicaria depois. Se não fosse verdade, ele teria que vir rapidamente. Eu vou dar um exemplo meu: lá em 2014, eu fui vítima de uma investigação do Ministério Público, que entrou na minha casa na operação Ararath. No dia seguinte, eu já estava xingando o ministro Tofolli, de tão irritado que eu estava porque eu tinha absoluta convicção de que eu não tinha feito nada daquela especulação que pairava sobre mim. Mas só 3 anos depois o juiz federal arquivou esse processo contra mim. Então, se o Emanuel realmente é inocente, ele teria que vir no dia seguinte explicar que não é isso”, avaliou Mendes.

DEM

A respeito de seu futuro político, Mauro Mendes afirmou que tem muita chance de se filiar ao Democratas (DEM), mas que também tem conversado com lidenraças políticas do Partido Progressista (PP). "A possibilidade maior é no DEM porque é lá que eu tive mais conversas. Estive lá em Brasília com o Rodrigo Maia, o Agripino [presidente nacional do partido], conversei aqui com o Júlio Campos. Eu gostei bastante das conversas que eu tive com essas lideranças políticas. Então a possibilidade de ir para o DEM é maior". 

Respondendo ao questionamento de um ouvinte, que pediu para Mendes ser candidato, o político afimrou que primeiro precisa decidir sobre qual partido irá se filiar e ainda conversar com sua família. O ex-prefeito ainda chamou de "conversinha fiada" o que chamam de "traição" ao governador Pedro Taques (PSDB) em relação aos aliados da campanha de 2014 e que provalemente não estarão mais na mesma chapa em 2018. 

“Essa conversinha fiada que eles falam de traição, isso é conversa pra boi dormir! O cidadão que votou em 2014 no Pedro Taques, nos deputados federais e estaduais, votou pro mandato de 4 anos! E quem apoiou também, apoiou para o mandato de 4 anos! Todos nós, quem apoiou e quem votou tem o direito de chegar agora em 2018, fazer uma análise do mandato do Pedro taques, dos deputados, dos senadores, daqueles que vão se recandidatando pra continuar no cargo, saber se fez um bom trabalho. Se achar que sim, pode votar no cara. Se achar que sim, pode continuar apoiando o cara. Se achar que não, tem todo o direito de mudar. E eu estou nesse grande número de pessoas que têm o direito de analisar. E vou analisar primeiro o que eu vou fazer da minha vida e depois eu quem eu vou votar e quem eu vou apoiar”, explicou.

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