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ex-procurador-geral 12.01.2019 | 12h56

Paulo Prado diz que não duvida de mentiras em CPI do MP

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Arthur Santos da Silva

arthur@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira/A Gazeta

Chico Ferreira/A Gazeta

O ex-procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Paulo Prado, se manifestou na sexta-feira (12) comentando sobre uma possível reviravolta na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa (ALMT) contra o Ministério Público (MP). “Não duvidem se tentarem descambar os fatos, macularem a minha honra, tentarem destruir a credibilidade da nosso MP, todavia nada e nem ninguém está ‘livre’ das maldades humana, mas a ‘verdade real’ todos conhecem e estou pronto e de cabeça erguida para desmentir ‘possíveis maldades’”, afirmou o jurista em um grupo de mensagens.  

 

Leia também - CPI do Ministério Público segue sem presidente

 

Instalada na ALMT há três anos, a CPI que investiga o pagamento supostamente irregular de R$ 10 milhões em cartas de crédito a membros do MP pode acabar em pizza e ser encerrada sem chegar a conclusão alguma. Até agora, o relatório final não foi produzido e o prazo para que todo o trâmite ocorra termina em 31 de janeiro, quando terá fim a atual legislatura.

 

A manifestação de Prado surge após o Grupo Gazeta informar que o deputado estadual Leonardo Albuquerque (SD) está com um “abacaxi na mão”. Leonardo é relator da CPI. O problema é que só restou ele na Comissão e não há mais ninguém para votar o texto.  

 

Hoje, a CPI do MP, como ficou conhecida, sequer tem presidente. Max Russi (PSB), primeiro escolhido para ocupar o cargo, nega que esteja à frente do processo. Já Oscar Bezerra (PSB), que substituiu Russi, quando este se tornou secretário de Estado, deixou o posto irritado com a falta de quórum nas sessões e também diz não ser mais o responsável pela comissão.

 

“Durante quase quatro anos essa CPI ficou no ‘banho maria’, me apresentei na AL para esclarecer os fatos com diversos documentos, inclusive destacando que a questão das nossas ‘Cartas de Credito’, foram submetidas ao CNMP [Conselho Nacional do Ministério Público], ao senhor [Rodrigo] Janot, à época procurador-Geral da República, ao TCE [Tribunal de Constas] e demonstrada a regularidade legal, porém por falta de quórum, não fui ouvido e outra data, não foi marcada para tal fim”, afirmou Paulo Prado em sua manifestação.      

 

Segundo ele, o Conselho Nacional do Ministério Público realizou em 2016 uma Correição Geral, premiando Mato Grosso como o primeiro lugar em transparência e entre os Cinco Melhores MPs do Brasil.

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