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novo Pronto-Socorro 19.02.2019 | 20h51

Prefeito faz críticas a Taques e Mendes em visita de deputados a hospital

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João Vieira

João Vieira

O Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), segundo anúncio da Prefeitura, irá realizar seus primeiros atendimentos na segunda-feira (25), mas as polêmicas sobre o auxílio do Estado para o funcionamento da unidade ainda persistem. Durante coletiva de imprensa na terça-feira (19), o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) enalteceu o trabalho do Executivo municipal para que a obra fosse finalizada e cobrou uma maior participação do Estado.

 

Ainda na gestão Pedro Taques (PSDB), Pinheiro lembrou que a Prefeitura precisou de recursos próprios para que a obra começasse a andar. “Quando assumimos estava com 22% das obras, era um esqueleto a céu aberto. Levamos meses para conseguir com o então governador governo Taques a continuidade das obras”.

 

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Pinheiro também relembrou os valores gastos e a demora em conseguir recursos para a obra. “Dos R$ 50 milhões o Estado tinha entrado com R$ 15 milhões e o município tinha colocado naquele momento R$ 18 milhões (quando assumiu a Prefeitura). Depois ele (Taques) passou mais R$ 7 milhões, o município ao longo de 2017 e 2018, arcou quase sozinho com a execução das obras. No final, nos 6 últimos meses, o governador Pedro, avançou e um dia antes de deixar do governo, ele alocou os R$ 10 milhões que faltavam para completar os R$ 50 milhões”.

 

O prefeito também afirma que o acordo para devolver temporariamente os R$ 82 milhões que o Estado deveria repassar para o custeio do HMC partiu da prefeitura para ajudar o governo. “Falei que não ia precisar do dinheiro naquela hora mesmo. Topei. Até porque se descongestiona o interior, melhora Cuiabá. Fiz documento para devolver os R$ 82 milhões em 6, 7 meses. Chegou o momento de ter os recursos, o governador entrou em campanha, cadê recursos?”.

 

Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo Estado, Emanuel Pinheiro enfatizou que é preciso colaboração financeira para o funcionamento do HMC, que atenderá pacientes de todo o estado. E que, já foi feita uma proposta para o governador Mauro Mendes pague os R$ 82 milhões devidos à unidade.

 

“Esse hospital interessa a todo o estado e a gente precisa muito do apoio junto ao governador Mauro Mendes. Porque os R$ 82 milhões, é para o Estado, não é só para Cuiabá. Eu propus o pagamento de 30 parcelas de R$ 2,7 milhões. Serão 730 tantos leitos que Cuiabá vai oferecer para o Estado de MT, de alta complexidade. Por isso preciso desse apoio, que se torna irrisório para o Estado, se parcelado em 30 vezes”, afirma o prefeito.

 

Nas críticas feitas pelo prefeito, sobrou até para governadores anteriores a Pedro Taques. “Seria muito fácil cruzar os braços e fazer essa obra virar um VLT. Só preciso ter este fôlego [auxílio do Estado] e apoio político. Nós juntos vamos transformar a saúde do nosso estado”.

 

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