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Afastamento do cargo 06.11.2018 | 07h20

Tendência é pelo arquivamento de representação que pede afastamento de Taques

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Lázaro Thor Borges

lazaro@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

Tudo indica que a representação contra o governador Pedro Taques (PSDB), que pode afastá-lo do cargo, não vai ser aceita pelo plenário da Assembleia Legislativa. Deputados ouvidos pela reportagem do jornal A Gazeta dizem que a falta de quórum nas sessões e o fato de Taques já estar no fim do mandato pode fazer com que a denúncia formulada por Janaina Riva (MDB) não tenha prosseguimento.  

 

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Presidente da Mesa Diretora, Eduardo Botelho (DEM) já informou que não vai decidir sozinho se aceita ou não a representação. Na prática, era ele quem deveria apreciar o mérito da questão e depois submeter o pedido de afastamento ao plenário. Mas o próprio Botelho decidiu ouvir os deputados.   

 

“Nós estamos no apagar das luzes do governo, falta quórum na Assembleia, é muito difícil que isto seja sequer votado antes do recesso”, afirmou o deputado Adalto de Freitas (Patriotas). Segundo ele, a delação do empresário Alan Malouf, que dá embasamento para o pedido de Janaina, é uma questão que deve ser resolvida pela Justiça e não pela Assembleia.   

 

Na avaliação de deputados que compõe a base aliada do governo Taques, a discussão sobre a representação sequer tem sido feita porque os parlamentares entendem que o pedido não deve prosperar no Legislativo e que o momento atual não é de ataques ao governador, que já perdeu a eleição.   

 

“Na minha visão, isso aí é uma politicagem como sempre. A Janaina usou a prerrogativa de deputada para fazer esta velha politicagem”, disparou Oscar Bezerra (PV). “Não tem fundamento, não tem elemento. Da minha parte, não será afastado e muitos outros deputados veem como politicagem isso”, garantiu o parlamentar.   

 

O entendimento de que não vale a pena afastar Taques é compartilhada até mesmo pelos deputados que pertencem à oposição. Para parte deles, não há tempo hábil para que seja criada uma comissão processante para apurar o envolvimento do governador nos esquemas de caixa 2 citados por Malouf.   

 

“Eu não sei se agora vale a pena, em final de mandato, deixar ele sangrar até terminar o mandato”, ponderou Zeca Vianna (PDT). “Tem todo um trâmite legal para atender e eu acredito que não vai dar tempo de fazer tudo isso. Ele já está sangrando mesmo”, comentou o deputado.   

 

De acordo com o rito da Assembleia, Eduardo Botelho pode submeter o pedido para votação e, se dois terços do plenário da Assembleia forem a favor do afastamento, Taques deixará o cargo por cerca de 160 dias, período que é superior ao tempo que lhe resta de mandato.

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