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esquema de corrupção 14.03.2019 | 08h38

Ex-governador do PR Beto Richa vira réu por lavagem de dinheiro

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Marcelo Camargo/ABr

Marcelo Camargo/ABr

O ex-governador do Paraná Beto Richa, a mulher dele, Fernanda Richa, e o filho, André Vieira Richa viraram réus em um processo de lavagem de dinheiro. Além dos três, o processo inclui ainda o contador da família, Dirceu Pupo Ferreira.

 

A investigação apura um suposto esquema de corrupção envolvendo a concessão de rodovias federais no Paraná entre 1999 e 2018. Beto Richa já foi preso duas vezes desde setembro, sendo a última delas no mês passado, sendo libertado no dia 1º de fevereiro, por determinação do Superior Tribunal de Justiça.

 

"A denúncia imputa que, na data de 31/10/2012, no município de Curitiba/PR, de forma consciente e voluntária, com comunhão de desígnios, Dirceu Pupo Ferreira e André Vieira Richa, sob o comando de Beto Richa e com aval e participação de sua esposa Fernanda Richa, ocultaram e dissimularam a origem ilícita de R$ 930.000,00 provenientes da prática de crimes antecedentes de corrupção e pertencimento a organização criminosa praticados por Carlos Alberto Richa durante o exercício do cargo de governador do estado, por intermédio da inserção oculta/dissimulada desses valores como parte não declarada do pagamento referente à aquisição imobiliária do lote nº 18 do Condominio Paysage Beau Rivage, em Curitiba/PR, para a empresa Ocaporã Administradora de Bens", diz um trecho do despacho do juiz federal substituto Paulo Sergio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba.

 

A Ocaporã tem como sócios Fernanda, André e o outro filho do casal, Marcello. O contador Dirceu Pupo é o administrador.

O Ministério Público Federal acusa André Richa e Dirceu Pupo de utilizar a empresa para adquirir imóveis subfaturados e pagar a diferença entre o valor real e o declarado com dinheiro oriundo de corrupção.

 

Aponta a denúncia que o então governador do estado do Paraná Beto Richa teria incorporado arrecadação ilícita, de forma dissimulada/oculta, ao patrimônio de seus familiares, mediante atos de lavagem de dinheiro consistentes na aquisição de imóveis em nome da empresa Ocaporã Administradora de Bens.

 

A partir de agora, os réus têm dez dias para apresentar a defesa. O R7 tenta contato com os advogados deles.

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