15.10.2005 | 03h00
O Centro de Estilo da PSA grupo que controla as marcas Peugeot e Citroën foi inaugurado no início de outubro de 2004 e, em tão pouco tempo, já foi o responsável pela criação do sedã 407, do 206 em versão três volumes e do conceito 20Cup, mostrado no Salão de Frankfurt nesse ano. E é de lá, com toda pompa e circunstância, que também acaba de sair um dos felinos mais bonitos da história da marca do leão: o 407 Coupé. O modelo é o sucessor do 406 Coupé e chama a atenção pelas suas linhas instigantes e sedutoras.
O novo modelo será lançado no início do ano que vem na Europa e ainda não teve o seu preço divulgado e muito menos se sabe quando chegará ao Brasil. Caso o 407 Coupé aporte por aqui, deverá seguir a mesma lógica da versão sedã, que custa 22 mil euros R$ 59 mil no Velho Continente e chega ao Brasil por R$ 155 mil. Ou seja, quase o triplo do valor.
Independentemente do preço, o que poderá tornar o Peugeot 407 Coupé um futuro objeto de desejo dos moderninhos de plantão serão as suas formas. Na frente, a diferença entre a nova versão Coupé e o sedã ficou por conta dos faróis de neblina, que eram mais para as laterais do modelo e agora ficam bem ao lado da entrada de ar do radiador. Que, aliás, também mudou e ficou ainda maior. E ainda pela adoção de três entradas de ar para o freios, que deram um visual parecido com guelras de peixe na parte frontal do carro.
Atrás, o 407 Coupé se diferencia ainda mais da versão sedã. As lanternas são maiores e mais pontiagudas, o prolongamento da chapa da tampa do porta-malas, que faz a vez de aerofólio, é mais protuberante e o pára-choque é mais bojudinho. Já nas laterais, como o carro é 4,4 cm menor na altura que o sedã tem 1,4 metros , a impressão que se tem é que a linha de cintura é bem mais alta, o que confere um interessante ar de robustez ao carro. Prolongamento que, aliás, não fica só na impressão: o 407 Coupé é 14 cm mais longo que o sedã tem 4,81 metros de comprimento. Já a largura de 1,81 m passou para 1,86 m e somente a distância entre-eixos permaneceu a mesma, de 2,72 metros.
A posição de dirigir do 407 Coupé, por sua vez, ficou 20 mm mais baixa e 9 mm mais recuada, para gerar uma sensação mais esportiva. Houve também um significativo ganho de 5,8 cm no espaço interno ocupado pelos quatro bancos que agora compreende 1,72 metros de comprimento , o que, em contrapartida, diminuiu a capacidade do porta-malas de 468 para 400 litros.
Já as opções de motorização disponíveis para o modelos serão três: duas a gasolina e uma a diesel. Um dos motores a gasolina tem 2.2 litros e rende 163 cv a 5.875 giros e torque de 22,4 kgfm a 4.150 giros, sendo que 91% da força total de torque já está disponível a 2 mil giros. O outro é um rotundo V6 de 3.0 litros, que desenvolve 211 cv de potência a 6 mil giros e torque de 29,6 kgfm a 3.750 giros. Com esses dois motores, o modelo vai de zero a 100 km/h, segundo a Peugeot, em 9,2 e 8,4 segundos e chega às máximas de 222 e 243 km/h, respectivamente.
A única versão a diesel disponível, contudo, também não faz feio: um V6 2.7 HDi com filtro de partículas dotado de turbo de geometria variável e sistema de injeção de combustível de alta pressão common rail com acionador piezo elétrico que gera 204 cv e o intempestivo torque de 44,8 kgfm. Para o motor 2.2 só estará disponível câmbio manual, para o 2.7 só automático e para o 3.0 a escolha é do comprador, que só não pode interferir no número de marchas dos câmbios: seis no total, sempre. O comportamento dinâmico do 407 Coupé, segundo a Peugeot, também promete ser melhor que o do sedã devido a algumas mudanças estruturais no carro. O centro de gravidade ficou 2,5 cm mais baixo, as molas da suspensão ficaram mais duras e a rigidez torcional da carroceria foi tão trabalhada que simplesmente se tornou a maior da história da marca. Tudo para o novo leão poder se soltar à vontade.
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