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19.10.2008 | 03h00

Kelly Key bota o pessoal para dançar

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Seja no rádio, na TV ou nas pistas de dança, Kelly Key dispensa apresentações sua música fala por ela. A classe com que dispensava os marmanjos salivantes em "Baba" ("agora que cresci você quer me namorar / baba, baby"), ou então com que punha os namorados em seu devido lugar em "Cachorrinho" ("vem aqui, a sua dona está chamando") marcaram o seu lugar na música brasileira, junto com a força dos seus beats e a luminosidade de seu rosto. Hoje, aos 25 anos de idade e sete de carreira, Kelly segue na pista (e nas pistas). Mas a garota cresceu e evoluiu. Passou da fase da vingança de "Baba". Não quer mais que ninguém vire cachorrinho. E nem lembra mais da última vez em que brincou de "Adoleta". No entanto, continua a mesma Kelly Key de sempre tanto que, na hora de batizar esse seu quinto disco de carreira, ela escolheu o seu próprio nome. Nada mais justo, afinal em Kelly Key, a musa teen para todas as idades comparece por inteiro: chique, abusada, fervilhante e irremediavelmente romântica.

A pressão se faz sentir logo na faixa de abertura: "Parou pra Nós Dois", versão da cantora para o hit "Strictly Physical", do grupo alemão Monrose, é pura sedução, num embalo eletrônico que deixaria titia Madonna orgulhosa. "Mexe", outra do disco com letra da cantora, não deixa a peteca cair, com beats certeiros, rap do parceiro Jojo e um convite irrecusável: "joga a mão para o alto, deixa a vibe te levar".

Os relacionamentos continuam a ser a grande matéria prima de Kelly Key. "Eu canto o que todas as meninas gostariam de dizer", diz. E, com a experiência transformada em sabedoria, ela hoje pode se dedicar a relatos como a do charmoso funk "Larguei" ("com marra de pegador, fingindo que sente dor / quer convencer mas eu não vou mais acreditar"). Ou então de "Quero Sair" ("quero um namorado que me trate com respeito / se a fila andar você vai perder a sua vez"), de "Pega de Jeito" ("olha aqui, garoto, tô cansada de esperar / o nosso rolo é sério / não é blábláblá"), de "A Fila Anda" ("pra me ganhar tem que me conquistar só no olhar não dou mais dica não!") e de "Tô Fora" ("se não fez direito agora é tarde demais") aliás, essa última já está bombando na trilha de Malhação (é a primeira vez que a cantora tem uma música numa trilha global). Em resumo: com Kelly a parada é sempre séria!

E quando a coisa tá boa, um repeteco até que vai bem, né? Pois para quem perdeu o CD anterior de Kelly, a coletânea de hits 100%, do ano passado, aqui estão de volta as três faixas inéditas do disco: o batidão "Superpoderosa", a balada "Quando a Noite Cai" e o rock "Você é o Cara". Enquanto os cachorrinhos ficam babando, ela sai à frente para mostrar que não é superpoderosa à toa.

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