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01.12.2017 | 16h10

Dezembro chegou com boas opções culturais para os mais variados gostos

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João Vieira

Presépio da UFMT fica aberto para visitação durante todo mês de dezembro

A sexta-feira tem ótimos programas culturais na Capital. Na UFMT tem a abertura do presépio no bosque, com apresentações dos Corais Infantojuvenil e da 3ª Idade da instituição. Ali perto, no Centro Cultural, tem o lançamento do documentário Arpilleras: Atingidas por Barragens Bordando a Resistência. No Sesc Arsenal tem a abertura da Mostra Sesc Arsenal Melhores Filmes 2017 com o derradeiro documentário Últimas Conversas, de Eduardo Coutinho.

O Presépio da UFMT é uma das atividades tradicionais de Cuiabá em dezembro, contribuindo para que a cidade entre no clima de Natal e marcando também o aniversário da instituição, neste caso de 47 anos. A instalação deste ano mantém a assinatura do artista plástico Sebastião Silva, trazendo as cores da plástica brasileira-africana. A entrega à comunidade acadêmica e à população será ao som de boa música oferecida pelo Coral Infantojuvenil e pelo Coral da 3ª Idade da UFMT, juntamente com o Projeto UFMT em Cordas.

As apresentações começam às 17h30, no bosque, próximo ao Complexo Aquático, e o programa traz músicas do repertório da Temporada de 2017 e canções natalinas conhecidas. Os coros são projetos de extensão e fazem parte do Núcleo Coral UFMT. O Infantojuvenil iniciou suas atividades em 1999 e, desde então, tem realizado e participado de inúmeras apresentações e eventos, tendo atualmente a regência de Wando Martiniano, Rômulo Ronny Aguiar da Silva e Camyla Félix.

O Coral da 3ª Idade, que tem regência de Alexsandra Matos e Iasmim Medeiros, está em seu quinto ano de atividades e conta com 62 vozes, em sua maioria, pessoas acima de 60 anos de idade.

Já o UFMT em Cordas é coordenado pelo professor do Departamento de Artes Oliver Yatsugafu e formado pelos violinistas Felipe Harder, Hulda Carla, Carol Kelli, Jhonni Campos, Carlos André Soares, Gleciane Freitas, além do professor Oliver, pelos violistas Emanuel Erasmo e Diego Lopes e pela violoncelista Bárbara Sol.

Divulgação

Documentário Arpilleras

Documentários - Às 18h30, no Centro Cultural da UFMT, será lançado o filme Arpilleras: Atingidas por Barragens Bordando a Resistência, dirigido por Adriane Canan. Construído coletivamente pelo Movimento das(os) Atingidas(os) por Barragens (MAB), o documentário conta a história de resistência de mulheres e a forma que elas encontraram de denunciar a lógica predatória das empresas e a violação de direitos.
Financiado coletivamente, o filme “Arpilleras”, a partir da experiência de cada personagem, aborda a problemática da hidrelétrica de Belo Monte, que atingiu aproximadamente 40 mil pessoas em Altamira (PA); a barragem de rejeitos de Fundão, que se rompeu em novembro de 2015 e causou a morte de 19 pessoas em Mariana (MG); a barragem do Castanhão, que canaliza água para a região metropolitana de Fortaleza (CE); a hidrelétrica de Itá (RS), idealizada no período da ditadura militar; e as hidrelétricas de Cana Brava e Serra da Mesa, localizadas em Goiás.

Na oportunidade, também será lançada a obra A Geopolítica de Infraestrutura da China na América do Sul, de Diana Aguiar.

Outro importante documentário brasileiro que estará em exibição nesta sexta, às 19h30, é Últimas Conversas, de Eduardo Coutinho, que dá início à Mostra Sesc Arsenal Melhores Filmes 2017. O cineasta renomado de filmes como Cabra Marcado para Morrer, Edifício Master, Jogo de Cena e As Canções entrevista diversos estudantes do ensino médio público no Rio de Janeiro, perguntando sobre suas vidas atuais e expectativas para o futuro.

Coutinho morreu antes de finalizar o filme e o projeto foi assumido por João Moreira Salles e pela montadora Jordana Berg. Foram filmados aproximadamente 30 jovens dos 250 inicialmente pesquisados. O material bruto tem 32 horas, dos quais foram separados 85 minutos para o documentário.

A mostra prossegue até o dia 10 de dezembro, sempre com entrada franca, e apresenta também: O Sonho de Wadjda (Arábia Saudita, 2012, 98min, Drama), de Haifaa Al Mansour; Branco Sai Preto Fica (Brasil, 2014, 95min, Drama / Ficção), de Adirley Queirós; Quando Meus Pais Não Estão Em Casa (Singapura, 2013, 90min, Drama), de Anthony Chen; Casa Grande (Brasil, 2014, 115min, Drama), de Fellipe Barbosa; Tatuagem (Brasil, 2013, 110min, Drama), de Hilton Lacerda; Hipócrates (França, 2014, 102min, Drama / Comédia), de Thomas Lilti; Aquarius (Brasil, 2016, 141min, Ficção), de Kléber Mendonça Filho; e O Silêncio do Céu (Brasil, 2016, 102min, Drama), de Marco Dutra. (Com informações da assessoria) 

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