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12.07.2019 | 10h23

VLT impulsiona o turismo

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Vicente Vuolo

Divulgação

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O turismo é hoje uma das atividades que mais impulsionam a economia de forma bem diversificada, desde o pequeno empresário até o grande se beneficiam dele. E o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) é a locomotiva que impulsiona o turismo em muitas cidades do mundo por conta de sua capacidade de facilitar a mobilidade sem intervir muito na paisagem urbana.

 

Países como a França, que recebe 90 milhões de turistas, e Espanha, com 70 milhões de visitantes anualmente,hoje possuem infraestrutura adequada com a prática da sustentabilidade, sendo o transporte sobre trilhos absoluta prioridade.

 

São países de referência em que nós devemos nos espelhar. Há sustentabilidade, porque a atividade produtiva consegue harmonizar os resultados econômicos com o devido respeito ao meio ambiente, à justiça social e à valorização cultural.

fazer turismo é uma experiência de vida. E nada melhor que fazê-lo em ambiente saudável e preservado ecologicamente.

 

Esses passeios nos trilhos do VLT geram satisfação pessoal, é claro, mas também acabam trazendo emprego e renda para milhões de pessoas. São diversos tipos de turismo que se pode desfrutar. O turismo de consumo, onde são organizadas excursões como o objetivo de fazer compras. O turismo religioso, realizado para encontros em regiões com tradição religiosa como Cuiabá e Várzea Grande. O turismo de negócios e eventos, cujo foco principal são congressos, conferências, feiras e shows. E assim, por diante, o turismo cultural, rural, social, gastronômico etc.

 

No Brasil, segundo dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), foram 6,6 milhões de turistas dos mais diversos países que vieram visitar o país em 2018, gerando uma receita cambial de 6 bilhões de dólares americanos. Imaginem se a infraestrutura turista fosse adequada em nosso país, o Brasil poderia recepcionar 50 milhões de estrangeiros gerando mais de 50 bilhões de dólares de divisas.

 

Precisamos fazer a nossa parte. Cuiabá precisa se replanejar, reinventar, ousar. Só a etiqueta de Portal da Amazônia já não basta. É necessário alçar voos mais altos e tirar a capital da lista das cidades menos visitadas do país. Trocar o anticartão postal das obras inacabadas do VLT pelos elegantes e versáteis vagões deslizando nos trilhos da tricentenária cidade é o primeiro passo. Temos potencial cultural, gastronômico e belezas naturais incomparáveis.

 

Se outras grandes cidades possuem bons restaurantes, cafés, bares, casarões neoclássicos, becos, avenidas, música própria, cachoeiras, nós temos também, só que com uma vantagem: a hospitalidade do cuiabano. É o calor humano do nosso povo que faz contagiar a todos que aqui chegam.

 

O restaurante Choppão se consolidou como um dos símbolos da nossa gastronomia. Funcionando há mais de 50 anos, o local se destaca não só pela qualidade do seu Chopp, mas pelo disputado escaldado com ovos, iguaria exclusiva nossa, uma delícia que para a maioria é revigorante.

 

Nossos parques, igrejas e o encontro da arquitetura colonial com a moderna, são atrações que merecem ser valorizadas. E podem sê-lo completando as reformas que nossa infraestrutura de transporte e mobilidade requer.

 

O VLT precisa ser concluído não somente porque é uma obra parada e que se encarece trazendo prejuízos para a cidade. É necessário levar adiante a obra, esta primeira fase e as demais, para que as duas cidades progridam e prosperem a partir de um novo paradigma de mobilidade e sustentabilidade.

 

A luta pela conclusão das obras continua. O Movimento Pró VLT, preocupado com as protelações constantes sobre o reinício das obras, está promovendo mais uma reunião no dia 8 de agosto.O governo do Estado não pode mais ficar adiando indefinidamente a data do reinício das obras. VLT JÁ!

 

Vicente Vuolo é economista.

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