26.11.2006 | 03h00
O problema surge no próprio diagnóstico, pois ele só pode ser feito depois que a doença está instalada. O tempo da duração dos sintomas é pré-requisito para determinar um distímico: no mínimo dois anos. Em crianças e adolescentes o tempo diminui para um ano.
Quem sofre de distimia não consegue se livrar da doença sozinho. É preciso um profissional (psiquiatra) para diagnosticar com precisão o caso e receitar os medicamentos.
"Os medicamentos mais utilizados são os antidepressivos, que vão dar condições ao paciente, quimicamente falando, de retornar a ter e a ver prazer na vida" explica Andréa.
Os remédio devem ser usados concomitantes à psicoterapia, que ajuda o paciente a mudar hábitos negativos: a baixa auto-estima e a severa autocrítica. "É como se o antidepressivo fosse o adubo e a psicoterapia a semente para a plantação de uma nova vida", compara Andréa.
Por fim, atividades físicas e manuais também aliviam os sintomas, já que podem funcionar com terapia. Origami é um bom exemplo. (IG)
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