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caso extra conjugal 05.12.2019 | 15h30

DNA negativo pode ter motivado 5 mortes e suicídio em São Vicente

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Reprodução/Record TV/R7

Reprodução/Record TV/R7

O resultado de um exame de DNA pode ter sido a motivação para um crime que ocorreu às 5h20 da manhã desta quinta-feira (5), em São Vicente, no litoral de São Paulo. Por vingança, Alex Sander Correia atirou contra a atual companheira, matou cinco pessoas da família da ex-namorada e se suicidou na sequência.

 

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O eletricista, de 40 anos, apontado como o atirador, começou a discutir com a atual companheira Maria Renata em razão de um exame de DNA.  O resultado, realizado para verificar a paternidade de Alex Sander em relação a uma criança de 7 anos de um relacionamento extra conjugal, deu negativo. Ao conversar com a mulher sobre o assunto, ela teria zombado da situação. Ambos viviam no bairro do Humaitá, em São Vicente.

 

Nesse momento, Alex Sander reagiu atirando contra a cabeça da atual mulher, que foi levada a um hospital em estado gravíssimo, segundo a Polícia Militar. Com uma moto de cor preta, o homem seguiu para o bairro de Vila Jockei para se vingar.


No local, ele invadiu o terreno em que vivia a família da ex-namorada Margarete Pinheiro dos Santos, de 41 anos. Na casa, além dela, estavam os pais, Carlos Alberto Neves, 60 anos, Daulira das Graças, a irmã, Maísa das Graças, de 34 anos, e a sobrinha, Larissa dos Santos Monte, de 19 anos.

 

Todos os moradores da primeira casa estavam dormindo. “Acordamos com o barulho dos tiros e fomos ver o que estava acontecendo na casa da minha sogra. Voltei para casa e tranquei a porta, fui para o banheiro e fiquei abaixado com meu filho e meu sobrinho”, diz Robson, que é casado com a Maísa da Graça.

 

Segundo ele, preocupada com a filha Larissa, a mulher de Robson não voltou para casa, permaneceu no local e foi baleada. Na casa, Alexander disparou contra Margarete, os pais dela e a sobrinha. As crianças permaneceram com Robson em outra casa.

 

“Ele só foi embora quando meu sogro correu tentando pedir socorro e o Alexander foi atrás dele”, diz Robson. Carlos Alberto correu cerca de quarteirões até ser atingido por disparos. “Eram muitos tiros, um vizinho chegou a perceber que ele tinha um pacote de munição”, diz o Robson, que afirma nunca ter visto o atirador, mas saber do resultado do exame.

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