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Companheiros 20.10.2019 | 11h34

Em 5 anos, ministério emite mais de 1.400 passaportes de cães e gatos

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O Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) já emitiu pelo menos 1.476 passaportes para cães e gatos nos últimos cinco anos em São Paulo e no Rio de Janeiro, segundo dados enviados ao R7 pela assessoria de imprensa do órgão.

 

Foram emitidos 664 passaportes em São Paulo — o recorde de emissões foi registrado em 2018, com 206 documentos, seguido de 2017 (137) e 2019 (106), que registra os dados até o mês de setembro. No Rio de Janeiro, foram emitidos 812 no período, com recorde em 2018 (172) e seguido de 2017 (153). De janeiro a setembro deste ano, foram emitidos 118 no local.

 

O documento é usado durante o trânsito nacional e internacional dos animais e pode ser um substituto ao certificado veterinário para viagem, dependendo do país para qual será a viagem. Segundo o Mapa, o passaporte comprova que o cão ou gato atende às exigências sanitárias do país de destino.

 

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O presidente da Arca Brasil (Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal), Marco Ciampi, afirma que a emissão de passaportes para os animais é fundamental. “Para a emissão desses dois documentos [passaporte ou CVI] é exigido o atestado de saúde e vacinação do animal assinado por veterinário habilitado. Essa exigência é vital para o bem-estar do animal que viaja, bem como para impedir a transmissão de doenças”, afirma.

 

Quais animais têm direito
O passaporte pode ser emitido para cães e gatos que atendam os seguintes requisitos:

• Sejam nascidos a pelo menos 90 dias
• Tenham nascido no Brasil
• Sejam criados por residentes no Brasil
• Tenham sido examinados por veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária

 

Como emitir o passaporte
A emissão é feita de modo gratuito pelas unidades do Vigiagro (Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional) — veja a lista de endereços disponíveis. Ao solicitar a emissão, também é necessário realizar a identificação eletrônica do animal com microchip, que será lido na emissão do documento e nos momentos de embarque e desembarque.

 

A partir da entrega da documentação para solicitação do passaporte, o Mapa dá um prazo de 30 dias úteis para que o documento do animal seja entregue.

 

Hoje, alguns países aceitam apenas o CVI (Certificado Veterinário Internacional), documento que tem validade de dois a dez dias, de acordo com o país de destino, contados a partir do dia da emissão até a chegada ao país de destino.

 

O Mapa afirma que “caso a viagem demore mais de 10 dias (transporte marítimo, por exemplo) o prazo de validade do CVI pode ser estendido”. O prazo é ampliado para 60 dias corridos para ingresso ou retorno no caso dos países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela).

 

O CVI emitido por outros países terá validade de 60 dias para ingresso de animais no Brasil desde que tenha sido emitido conforme a legislação.

 

A maior vantagem do passaporte frente ao CVI é que o documento não tem prazo de validade e, portanto, será útil em todas as viagens do bichinho de estimação.

 

Dez dias antes da viagem, o dono do animal precisa pedir a um veterinário particular que inclua as informações sanitárias no passaporte, que deve ser encaminhado a uma unidade do Vigiagro para legalização. Também é preciso apresentar a carteirinha de vacinação atualizada. Depois deste processo, a viagem é autorizada.

 

O uso do CVI ou do passaporte varia de acordo com o país da viagem. O passaporte é aceito nos seguintes destinos: Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai, Bolívia e Venezuela, Brunei, Colômbia, Gâmbia e Taiwan.

 

Países que não aceitam passaporte
• Estados Unidos

Para viagens aos Estados Unidos, é preciso solicitar a emissão do CVI, que pode ser feita via internet — esta possibilidade está disponível apenas no caso dos EUA. A solicitação será realizada por meio do envio eletrônico do Atestado de Saúde, comprovante de vacina e demais dados necessários conforme o país de destino.
O documento assinado é enviado ao e-mail do dono do ano, que deve ser impresso para a viagem.

 

• Outros países que só aceitam o CVI

Com exceção dos Estados Unidos, todos os outros destinos exigem a emissão presencial do CVI, com atendimento marcado. O dono do animal deve preencher o Requerimento de Fiscalização para Animais de Companhia, solicitar o atestado de saúde, emitido por um veterinário particular, e providenciar a documentação, como informações sobre vacinas, tratamentos e comprovante de microchip.

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