Publicidade

Cuiabá, Quinta-feira 04/06/2026

Brasil - A | + A

CASO HENRY BOREL 04.06.2026 | 08h44

Jairinho pega 43 anos 9 meses de prisão; Monique Medeiros é condenada há 1 ano e 4 meses

Facebook Print google plus
R7 Notícias

REPRODUÇÃO/ RECORD TV

REPRODUÇÃO/ RECORD TV

Após 11 dias de julgamento, o caso que chocou o Brasil desde 2021 chega ao seu desfecho no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. A decisão dos jurados sobre a morte do menino Henry Borel, de apenas 4 anos, foi tomada após uma maratona de depoimentos, confrontos entre defesas e horas de debates intensos. Dr. Jairinho foi condenado por homicídio duplamente qualificado e por um crime de tortura contra Henry. Os jurados entenderam que não houve a prática de outras duas torturas das quais ele era acusado, devendo cumprir 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão, além de 20 dias de multa.

 

Já Monique Medeiros foi condenada pela omissão quanto à tortura sofrida pelo filho. O júri entendeu que houve negligência por parte dela, desclassificando o crime de homicídio doloso para culposo. Ela recebeu o perdão judicial. Monique foi condenada a 1 ano e 4 meses de prisão, mas como já cumpriu, ela recebeu alvará de soltura.

 

O julgamento, considerado o mais longo do estado em pelo menos 18 anos, reuniu mais de 20 testemunhas, além dos interrogatórios dos dois réus: o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e a mãe do menino, Monique Medeiros.

 

Durante os 11 dias de júri, o Conselho de Sentença ouviu relatos de peritos, médicos, policiais e pessoas próximas à família, que ajudaram a reconstruir os últimos meses de vida da criança. A acusação sustentou que Henry foi vítima de agressões e que a mãe teria se omitido diante da violência.

 

Depoimentos marcantes e versões opostas

 

Um dos momentos mais impactantes foi o depoimento do pai de Henry, Leniel Borel, que relatou sinais de que o filho sofria violência antes da morte. Emocionado, ele descreveu o estado do menino ao chegar ao hospital na madrugada de 8 de março de 2021.

 

Também pesaram os relatos de testemunhas que apontaram episódios anteriores de agressão, incluindo declarações de pessoas que conviveram com o casal e perceberam mudanças no comportamento da criança.

 

Ao longo do julgamento, ficou evidente o rompimento entre as estratégias de defesa. Jairinho e Monique, que inicialmente apresentavam versões alinhadas, passaram a se acusar indiretamente no plenário.

 

A defesa do ex-vereador questionou as perícias e levantou hipóteses como acidente doméstico ou falha médica. Já os advogados de Monique afirmaram que ela teria sido manipulada e não tinha conhecimento das agressões.

 

Leia mais no R7.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você acredita que negociação de jornada e salário entre funcionário e patrão é viavél?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Quinta-feira, 04/06/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.