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2 anos na cadeia 11.09.2020 | 14h57

Justiça brasileira mantém mãe presa por assassinato de filho que não está morto

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Reprodução/Record TV Rio

Reprodução/Record TV Rio

Apesar de ter admitido erro, a Justiça manteve uma mãe presa por suspeita de assassinato do filho no Rio. No entanto, a criança está viva.

 

A defesa descobriu o erro e pediu a liberdade imediata da mulher. Contudo, o órgão afirmou que ocorreu “erro material da era da informática” e, por isso, faltaram as palavras “tentativa de”.

 

A juíza responsável pelo caso manteve a mãe na prisão com base em informações hospitalares. Segundo o laudo, a criança apresentava lesão corporal por faca. Além disso, a suspeita teria confessado para uma conselheira tutelar ser usuária de drogas e que, após uma discussão com o ex-marido “acabou por envolver a criança”.

 

Leia também - Polícia Federal apreende patrimônio do tráfico de drogas de R$ 230 milhões

 

Segundo familiares, a briga aconteceu em 16 de novembro de 2018, na casa do pai do menino em Mesquita, na Baixada Fluminense. Ela e o filho teriam ido comemorar o aniversário do homem, mas no final da festa, ele não permitiu que a mãe fosse embora junto com a criança.

 

Os dois teriam entrado em luta corporal e o ex-marido chegou a apontar uma arma de brinquedo. Com isso, a mulher pegou a faca. Com o barulho da discussão, vizinhos acionaram a polícia e alegaram que os pais tentavam matar o filho. O casal por preso e indicado por tentativa de homicídio.

 

O pai foi solto, pois os agentes entenderam que ele não participou da ação. Um dos PM que realizou a prisão disse que no dia da ocorrência a mãe teria afirmado ter quebrado o braço da vítima de tanto apertá-la e que queria matá-lo. O policial revelou ainda que, ao pegar a criança, ela estava enrolada e com a respiração fraca.

 

A família da mulher negou que ela tenha tentado matar o menino e que ela é uma boa mãe.

 

“Ela merece vir cuidar do filho. O Estado tirou dela o filho do seio que ela amamentava e a oportunidade de ver o filho crescer.”, afirmou a advogada Simone Maria, em entrevista à Record TV Rio.

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Comentários

augusto - 21/09/2020

Esses casos gravíssimos decorrem do fato do promotor e juiza não lerem o processo e ouvirem as partes, deve entrevistar o promotor e a juiza, vão dar um prejuizo grande para o ESTADO. por que não dão nome da juiza e do promotor?

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