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Foragido há dois meses 22.08.2019 | 10h48

Polícia vai a 135 endereços em busca de acusado de matar ator

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Reprodução

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A Polícia de São Paulo já visitou 135 endereços na busca por Paulo Cupertino Matias, acusado de matar o ator Rafael Miguel, de 22 anos, e os pais dele em junho, em São Paulo. Cupertino segue foragido mais de dois meses após os assassinatos e tem prisão temporária decretada pela Justiça.

 

Segundo o delegado Cosmo Stikovics Filho, responsável pela 6ª Delegacia Seccional de São Paulo, que investiga o crime, a polícia visitou endereços de familiares e pessoas ligadas a Cupertino. E também checou denúncias sobre o possível paradeiro dele. Apenas em um dia, a polícia chegou a receber quatro denúncias, que não se confirmaram.

 

Quase todas as incursões foram no estado de São Paulo, como por exemplo uma casa de Vinhedo, região de Campinas, visitada nos últimos dias pelos policiais. Os detalhes dos locais são mantidos em sigilo.

 

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As buscam permanecem sem data para acabar. “Virou ponto de honra para nós. Toda semana temos uma ou outra incursão e seguiremos na procura”, afirma Spikovics.

 

Houve também duas incursões interestaduais. A polícia checou, por exemplo, câmeras de segurança de rodoviárias após uma denúncia de que ele teria viajado para Curitiba, mas constatou que não se tratava do foragido.

 

O delegado não descarta a possibilidade de que Cupertino tenha fugido para outro país. Entretanto, aposta que, se isso eventualmente ocorreu, o foragido estaria perto, possivelmente no Paraguai.

 

“Ele está sendo auxiliado por alguém. Isso é notório. Mas a família dele não tem dinheiro. Poderia estar sendo ajudado por algum amigo, mas até quando? Não teria recursos para chegar longe”, diz.

 

O caso

O ator Rafael Henrique Miguel e os pais do rapaz, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50 anos, morreram após serem baleados por volta das 14h do dia 9 de junho no bairro Pedreira, Zona Sul da capital paulista. O jovem atuou em um comercial e na novela "Chiquititas".

 

Segundo a polícia, ele e os pais foram à casa da namorada de Rafael, para conversar com o pai dela, Paulo Cupertino. Quando chegaram lá, os três teriam sido mortos pelo pai da moça, que fugiu em seguida e vem sendo procurado pela polícia desde então.

 

O laudo necroscópico mostrou que o autor dos crimes agiu com violência. Foram disparados 13 tiros de pistola, sendo que sete atingiram Rafael, segundo o documento da Polícia Técnico-Científica de São Paulo.

 

"15 dias se passaram e ainda dói, dói demais. Tenho tentado, todos os dias, ocupar minha cabeça, estar perto de pessoas que me fazem bem, que cuidam de mim, assim como você fazia e gostaria que permanecesse sendo feito, mas, de verdade, hoje a dor veio tão forte, a saudade bate tão intensa", escreveu.

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