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terceiro envolvido 04.10.2019 | 15h03

Sobre o caso Raíssa, perita afirma que garoto provavelmente não agiu sozinho

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Reprodução

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A perita Maria do Rosário Mathias Serafim opinou sobre a morte de Raíssa Eloá Carparelli, e afirmou que o garoto de 12 anos, apontado como o principal suspeito do crime, provavelmente não agiu sozinho. Ela teve acesso às fotos da perícia e falou sobre o caso em entrevista para a Record TV.

 

Leia também - Justiça manda prender garoto suspeito de matar menina de 9 anos em São Paulo

 

Segundo a especialista, o corpo da criança ainda teria sido agredido antes de ser amarrado a uma árvore, ação que seria difícil para uma criança um pouco maior do que a vítima.  "É improvável que um garoto de 12 anos tenha força para fazer tudo isso", disse Maria do Rosário.

 

A polícia não exclui a possibilidade de um terceiro envolvido, pois também acredita que o menino de 12 anos teria muita dificuldade em imobilizar a menina sozinho.

 

O corpo de Raíssa foi encontrado pelas autoridades em pé, recostado em uma árvore, com o pescoço amarrado por um lenço a uma árvore. Algumas folhas a poucos metros da vítima tinham vestígios de sangue, assim como a blusa usada pela menina.

A especialista explicou que o sangue na cena do crime poderia determinar se o menino realmente teve a ajuda de outro suspeito no assassinato. 

 

O crime

Em depoimentos sobre o crime, o garoto já contou duas versões diferentes sobre o crime. Primeiro, ele afirmou que matou a garota, na sequência ele voltou atrás e disse que Raíssa foi morta por um homem, apelidado como "Baianinho".

Horas mais tarde, em um novo depoimento à polícia, ele teria assumido total responsabilidade pelo crime. Versão desmentida pela mãe em entrevista para a Record TV

 

Dentro da última versão do crime, que ele descreve a participação de um suspeito em uma bicicleta, o garoto afirma que a vítima teria sido abusada sexualmente porque viu o homem colocando a calça.

 

Na opinião de Maria do Rosário, também é improvável que Raíssa tenha sido abusada sexualmente. O bom estado das roupas da vítima foram apontados como as justificativas: "ela estava completamente composta. Um abusador teria rasgado a roupa". 

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