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menina envenenada 27.02.2020 | 16h26

18 testemunhas devem depor na 1ª audiência do caso Mirella

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Eduarda Fernandes

eduarda@gazetadigital.com.br

Na primeira audiência de instrução do processo relativo ao assassinato da menina Mirella Poliana Chuê de Oliveira, 11, pelo menos 18 testemunhas devem ser ouvidas pelo juiz Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, titular da 14ª Vara Criminal de Cuiabá. Destas, 15 são de acusação e 3 de defesa. Caso a defesa se oponha ao número de pessoas apresentado pela acusação, o advogado da família de Mirella terá que escolher somente 8 testemunhas.

 

Por conta do número de pessoas a serem ouvidas pelo magistrado, a tendência é que a audiência se arraste por várias horas e se entenda pela noite. Durante o tempo que durar, a madrasta da menina, Jaira Gonçalves de Arruda, 42, terá que permanecer na sala acompanhando os testemunhos. Ela é principal suspeita de envenenar a garota para receber a quantia de R$ 800 mil de indenização pela morte da mãe de Mirella, que ocorreu após o seu nascimento em uma unidade de saúde de Cuiabá por erro médico.

 

Momentos antes de entrar na sala de audiência, a avó de Mirella, Claudina Chuê Marques, 56, comentou sobre suas expectativas. "Vai ser um pouco complicado, mas eu vou ser forte para superar tudo isso, mas eu quero ver ela sim. Eu quero que a Justiça seja feita. Porque os dois meses que a minha neta passou por tudo isso, isso não é justo, então tem que haver Justiça", disse em entrevista ao .

 

O advogado que representa a família de Mirella, Luciano Augusto Neves, espera que todas as testemunhas possam falar e que ainda hoje seja feito o interrogatório da madrasta. "E após isso nós já vamos trabalhar no sentido de acelerar a apresentação das alegações finais. O que nós queremos é de imediato é a prolação da sentença de pronúncia para que de fato o processo seja remetido para o Tribunal do Juri", explica. Quanto ao pedido de soltura feito pela defesa de Jaira, o advogado diz que irá apresentar argumentos para evitar que ela seja solta.

 

À imprensa não é permitido acompanhar o andamento da audiência devido ao fato de o processo tramitar em segredo de Justiça. Prevista para começar às 14h, o ato processual já estava com mais de 1h30 de atraso quando a equipe do GD deixou o Fórum, pois outra audiência estava ocorrendo na 14ª Vara. Os advogados de Jaira não quiseram dar entrevista.

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