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Deu em A Gazeta 08.08.2019 | 07h32

Ambulâncias do Samu são retidas no Pronto-Socorro de Cuiabá por 3 horas

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Dantielle Venturini

redacao@gazetadigital.com.br

Arquivo

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Quatro ambulâncias do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) ficaram mais de 3 horas retidas no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá na manhã de quarta-feira (7) por falta de leitos disponíveis na unidade. Os veículos chegaram com pacientes para atendimento e não puderam deixar o hospital porque as macas da ambulância, utilizadas no socorro, não eram liberadas. Em cima dela é que os pacientes eram atendidos.

 

Para atender Cuiabá e Várzea Grande são 9 ambulâncias e, em casos anteriores, os veículos já chegaram a esperar mais de 14h na unidade. Em média são atendidos pelos profissionais mais de 60 ocorrências por dia apenas em Cuiabá e Várzea Grande. Pronto-Socorro de Cuiabá é referência de porta aberta para atendimento de casos de urgência e emergência de Cuiabá e tem hoje 263 leitos.

 

De acordo com o superintendente do Samu, Jessé Mamed, a situação foi resolvida ainda na manhã de ontem, mas o problema acontece com frequência e prejudica o atendimento de outras vítimas que precisam do Samu. “A ambulância tem os profissionais preparados para qualquer ocorrência, mas não pode sair dali sem a maca”.

 

Após uma intermediação na unidade, os veículos foram liberados. No primeiro momento foram duas ambulâncias e, em seguida, a terceira também conseguiu sair, ficando apenas uma que seria liberada o quanto antes.

 

Daniely Beatrice, coordenadora do Samu, explica que o problema ocorre não apenas no Pronto-Socorro de Cuiabá mas, também, no de Várzea Grande, assim como no país todo. Ela afirma que a situação é a falta de leitos e não tem a ver com os profissionais das unidades, que sempre se prontificam em liberar o Samu o quanto antes. “Não estamos criticando os profissionais, mas estamos informando a situação difícil e frustrante que enfrentamos”.

 

Ela lembra que a unidade não tem mais filas nos corredores, porém também não pode ocupar a maca do Samu para o atendimento pois prejudica os serviços de urgência prestados à população. Casos como esse são alguns dos problemas enfrentados pelos profissionais que, segundo ela, por vezes são criticados pela demora em atender algumas ocorrências. “Nem sempre essa demora é culpa dos trabalhadores do Samu ou por causa de problemas técnicos e sim questões como essas”.

 

Confira reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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