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Após separação, filha que nunca conheceu o pai o procura há 30 anos

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

A técnica de enfermagem Alidiane Pereira Lima tem 35 anos, mas a última vez que ela viu o pai foi aos 4 meses de idade. Moradora de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, ela busca contato com o pai, que segundo as últimas informações que conseguiu, reside em Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá).


A filha de Alidiane, Ana Luiza de Oliveira Leite, 16, entrou em contato com o para relatar a procura pelo avô. “Ela nunca chegou a conhecer ele, pois minha avó, Zeliamar Pereira Leite, se separou dele e foi morar em Minas Gerais. Ela gostaria muito de encontrar ele”, conta a adolescente.


De acordo com Alidiane, ela nasceu em Paranatinga (373 km ao Sul), onde seus pais se conheceram. Seu pai se chama Edmundo “Shutz”, mas ela não tem certeza como é a grafia do sobrenome, que pode ser “Schutz” ou “Chutz”. Na época, ele era administrador de fazendas.

 

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A enfermeira conta que seus pais se separaram porque sua mãe descobriu que ele era casado. Há alguns anos, ela ainda conseguiu o contato de um homem próximo de Edmundo, porém, foi “orientada” a não procurá-lo.


“Consegui o telefone de um advogado dele ou amigo, ai eu falei que era filha dele e que gostaria de conhecê-lo. O advogado disse que 'você deve ser mais uma das mulheres que ele teve, não vou passar o contato dele, ele é muito bem casado’”, relembra. O homem a confundiu com outra mulher.


Por sorte, a mãe da técnica em enfermagem tem duas fotografias do homem. Desde então, a última notícia que Alidiane recebeu sobre o paradeiro de Edmundo é de que ele reside em Rondonópolis, e sua esposa tem um salão de beleza. Além disso, o homem tem dois filhos mais velhos, que se chamam Tânia e Paulo Sérgio.


“Na época que ela estava grávida de mim, ele levou os filhos dele pra ela conhecer. Ela (a filha) tinha 15 anos, então quando nasci ela tinha 16. O filho dele tinha uns 9 anos”, disse.


Conforme a técnica de enfermagem, atualmente ele deve ter por volta de 70 anos. Apesar da idade, ela acredita que ele esteja vivo, pois seguia um estilo de vida saudável. “Minha mãe falou que ele era bem saudável, fazia o próprio pão pra comer, o macarrão. Ele não bebia e não fumava”, conta.


Por nunca ter ao menos falado com o pai, Alidiane tem muita curiosidade em conhecê-lo. “Eu queria saber como ele é, se parece comigo, se eu pareço com ele... A gente fica sempre com essa curiosidade”, lamenta.


Quem tiver informações sobre Edmundo “Shutz”, homem por volta de 70 anos e morador de Rondonópolis, pode entrar em contato pelo telefone de Alidiane, no (21) 995985851.

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