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A Gazeta 30 anos 23.05.2020 | 13h55

Assinantes destacam credibilidade e imparcialidade do jornal

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Dantielle Venturini

redacao@gazetadigital.com.br

Grupo Gazeta

Selo 30 anos Grupo Gazeta

 

Há mais de 20 anos o assinante Sebastião Eduardo do Souza, engenheiro eletricista aposentado, conta que na época escolheu A Gazeta porque era um dos melhores jornais em Mato Grosso. Sua fidelidade se manteve ao longo desses anos porque, segundo ele, A Gazeta continua a ser o melhor em todo Estado e até mesmo no país. “Deixei de assinar outros grandes jornais de renome e fiquei apenas com A Gazeta, que em minha opinião, dos que eu conheço é o único jornal que conseguiu acompanhar a evolução, sem perder sua linha de imparcialidade”.


Aos 77 anos, ele conta que sempre o primeiro a caderno de leitura é Política. “A Gazeta consegue ter um centro, não ser ímpar e nem par, mas ficar ali no meio”. Leitor exigente e com uma “cabeça atualizada”, como ele mesmo se define, Sebastião conta que avalia também a qualidade das reportagens de todo o jornal.

 

Rute Martins, 68, assinante do jornal há mais de 12 anos, é apaixonada pelo jornal. Em sua residência no bairro CPA 1, ela levanta bem cedo e aguarda todos os dias a entrega de A Gazeta. Assim que recebe o jornal ela vai até a cozinha onde toma o seu cafezinho e aproveita para se inteirar sobre as notícias. “Não abro mão dessa rotina”‘, conta.

 

Os cadernos preferidos são Política e Cidades. “Gosto de ficar bem informada sobre o que está acontecendo no meio político e tudo que está relacionado à nossa cidade”. Ela observa que ao longo dos anos A Gazeta vem se reinventando, apostando em matérias mais profundas, o que leva ao leitor uma sensação de estar muito bem informado.

 

Aos 71 anos, a professora universitária aposentada, Sebastiana Maria de Barros Pantarotto, é assinante de A Gazeta há muitos anos em decorrência da credibilidade nos assuntos tratados. “Em meio a uma onda de notícias falsas, quando eu pego o jornal eu sei que o que está ali é confiável”.

Articulistas elogiam liberdade para escrever
Com a missão de dar voz a todos e informar, sem conotações políticas e partidárias, procurando sempre um ponto de equilíbrio e ouvindo todos os lados da notícia, A Gazeta tem cumprido seu papel, prova disso são os números, 18 mil exemplares de segunda a sexta-feira, e 22 mil aos domingos, sem abrir mão também do seu espaço para reclamações e opiniões dividido entre editoriais e articulistas.

Câmara de Cuiabá

Rosana Leite

 Defensora pública, Rosana Leite Barros é articulista do A Gazeta


Há mais de 8 anos como articulista do jornal, a defensora pública Rosana Leite Antunes de Barros, acostumada a lidar com imposições na sociedade de forma geral, destaca que escreve sobre direitos humanos das mulheres e em prol da igualdade de gênero, e ao longo desses anos de colaboração com o jornal nunca teve qualquer artigo vetado ou censurado, e isso prova a seriedade com a qual A Gazeta trabalha. “A Gazeta é um jornal excepcional que leva a notícia para todo o Estado, e por isso quero parabenizar todos os que fazem parte dessa história”.

Chico Ferreira

Onofre Ribeiro

 Jornalista e cientista político, Onofre Ribeiro


O jornalista e cientista político Onofre Ribeiro, se lembra do primeiro artigo “Perdemos lá e cá” escrito no dia 29 de maio de 1990, quando A Gazeta tinha apenas 6 dias de circulação. Na época o artigo falava sobre um jogo em que a seleção brasileira foi mal, e o jornalista comparava o jogo com a condução da política e da economia no Brasil. Ele recorda da época em que o jornal era recém-surgido, e ele sugeriu ao Dorileo e também ao diretor de redação que A Gazeta precisava ter uma “personalidade mato-grossense” uma “cara regional”, já que os outros concorrentes não atendiam a essa demanda. “Os outros não saíam muito de Cuiabá, era no máximo Várzea Grande, meia dúzia em Rondonópolis, e aí eles concordaram’.
Com um olhar sempre muito crítico, há 30 anos ele escreve para A Gazeta e afirma que o diferencial da Gazeta foi abrir o espaço regular para articulistas dando a oportunidade de uma diversidade de opiniões que antes não existia.

Na redação, eles também fazem 30 anos
Quando leitores recebem em sua casa o jornal A Gazeta, nem imaginam que por trás de tantas notícias e imagens existe o trabalho árduo de muitas pessoas. Para que o jornal circule todos os dias, 40 profissionais estão empenhados diariamente no levantamento de pautas, produção, escrita, revisão, diagramação e impressão. Alguns deles estão aqui desde o primeiro dia em que A Gazeta circulou.

A Gazeta

Chico Ferreira

 Fotógrafo Chico Ferreira começou como entregador do A Gazeta 


“A primeira edição levou 24h para ficar pronta”, se recorda o fotógrafo Chico Ferreira que há 30 anos iniciava sua jornada na empresa como “entregador” e não chegou a entregar nenhuma edição de A Gazeta. No dia da inauguração do jornal, um trabalhador do setor de encarte faltou, e Francisco Carlos Lima de Oliveira, seu verdadeiro nome, assumiu essa função.

 

Na época com apenas 16 anos, ele jamais imaginaria que mais tarde se consolidaria como repórter fotográfico. Entre os descansos de sua função como encartador, ele ia até o setor de “fotolito” ajudar nos retoques das páginas do jornal. “Na época muitos colegas achavam que era para ‘puxar o saco’, mas eu gostava daquilo ali”. Em pouco tempo ele conseguiu uma vaga no setor onde se profissionalizou em fotolito e ficou por mais de 5 anos.

 

Ele recorda que a marca da empresa na época era a atitude ousada em trazer para o mercado a tecnologia, assim a fase do fotolito se tornou obsoleta, e ele recebeu a proposta para trabalhar no laboratório de fotografia. Dali para se tornar o conhecido fotógrafo Chico Ferreira, foram mais alguns anos de interesse pela fotografia e oportunidades concedidas por profissionais da época. Sua primeira chance de fotografar surgiu em 1996 quando não havia nenhum fotógrafo na redação e ele recebeu a missão de pegar uma máquina e ir para rua.

 

Em todos esses anos de trabalho e dedicação, ele destaca que apesar de vários momentos difíceis que o jornalismo diário traz marcados por dor e tragédias, há incontáveis oportunidades que são possíveis “graças a ele”. “Antes de ser fotógrafo eu nunca tinha andado de avião, de helicóptero ou jamais havia sonhado em viajar dias dentro de uma chalana por todo o Pantanal”.

 

Dejamil Batista da Silva, o chargista do jornal precisa ter muita criatividade e ser atento às notícias políticas para construir sua crítica diária ilustrada em A Gazeta. Apesar da habilidade para esse tipo de traços, que era notada desde criança, a charge nem sempre foi seu ofício. Foi quando entrou no jornal, pouco antes de sua primeira edição em 1990, para trabalhar no departamento de artes que veio a proposta para também desenvolver seu talento.

 

Ele lembra com carinho dessa época e também recorda da grande demanda de trabalho, já que anunciantes do Estado todo queriam suas marcas e produtos no jornal. Além dos anúncios, tinham gráficos, infográficos, vinhetas, selos, ilustrações e mais 4 charges diárias. “No primeiro dia em que fiz a charge pedi uma sugestão do então diretor na época, e acabou ficando muito legal”.

 

Ao longo desses anos o que mais marcou em sua carreira foi o reconhecimento que o jornal proporcionou ao seu trabalho. “Tive muitos trabalhos elogiados pelos próprios políticos que eram chargeados por mim, e tenho hoje o prazer de ouvir das pessoas que meu trabalho deu certo e agrada muitas pessoas e jornalistas”.


Com 35 anos de profissão, Rita Comini, não participou do primeiro dia de edição, mas passou a integrar a equipe ainda nas primeiras semanas de circulação do impresso. O convite para editar o caderno Vida, voltado para a cultura, surgiu depois de a pessoa contratada para a função desistir, após o primeiro dia de edição. Ela se recorda que A Gazeta marcou época pela inovação, já que naquele tempo as matérias eram escritas com máquina de escrever.

 

Ao longo de todos esses anos Rita já passou pela edição de quase todos os cadernos do jornal e o fato de ter transitado por várias editorias deu a ela uma bagagem profissional e pessoal “enorme”, além de oportunizar o conhecimento de várias pessoas. “As pessoas ficam abismadas depois de tantos anos eu ainda trabalhar aos domingos, uma das explicações para isso é que eu amo o que eu faço”.

Na história, um ícone chamado Trindade

A Gazeta

José Ribamar Trindade

 Jornalista José Ribamar Trindade 


Ao longo das edições de A Gazeta vários assuntos foram estampados com destaque na capa do jornal, sendo a maioria da área política, cidades e polícia, preferência dos leitores e fruto do empenho e dedicação dos colaboradores de A Gazeta. Estes por sua vez ajudaram a construir a identidade do veículo que revolucionou o jornalismo local, a exemplo de José Ribamar Trindade, 70, que atuou por mais de uma década no Grupo Gazeta de Comunicação, cobrindo a área policial e garantindo inúmeras manchetes diárias.

 

Especialista em reportagem investigativa na área de Segurança Pública, ele calcula que em 15 anos mais de 70% das manchetes foram dele. “Mais de 30% delas furos de reportagens”. Dentre várias lembradas por ele, algumas se destacam pelo peso que tinham na época como a “PF já tem a arma que matou juiz Leopoldino”, relacionada à investigação do assassinato do juiz Leopoldino Marques do Amaral, pouco tempo depois que denunciou um esquema de venda de sentença no Poder Judiciário de Mato Grosso. Outra delas “Condenados sem julgamento”, a reportagem colocou nas ruas quase 200 presos do então Presídio do Carumbé, hoje Cadeia Pública, que há mais de anos aguardavam sentenças.
dantielle@gazetadigital.com.br

 

Leia mais no Caderno Especial do Jornal A Gazeta 

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