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PEDE AJUDA 06.07.2019 | 16h24

Atropelada ao salvar mãe precisa de remédios e reforma de cadeira

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João Vieira

João Vieira

Há cerca de um ano, a cadeirante Maria de Fátima Ataíde vive na casa de uma amiga, na região do Altos do Coxipó. Sem auxilio doença e com a aposentadoria suspensa, a mulher de 57 anos, enfrenta dificuldades para sobreviver, enquanto espera a entrega de sua casa no Nico Baracat 3. De forma urgente, ela precisa de remédios e reforma das cadeiras de rodas.

 

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A mulher relata que estava no Ginásio do Quilombo, junto com dezenas de outras famílias, quando a assistente social mandou que ela deixasse o local. “Eu não conseguia subir e descer as escadas. Sempre precisava de pessoas para carregar a cadeira”, lembra.

 

Saída do espaço, ela passou a morar com a amiga de longa data. Na casa moram 7 pessoas e Maria depende da ajuda dos familiares para as atividades diárias.

 

“Ela me ajuda em tudo. É mais que uma irmã para mim”, pontua.

 

Além das dificuldades citadas, Maria toma 9 remédios diferentes e não encontra todos no Posto de Saúde. Quando não encontra, algumas pessoas doam os medicamentos, ou ela fica sem a medicação, pois não tem dinheiro para compra-los todo mês. A mulher estima que a medicação custe aproximadamente R$ 400 mensais.

 

“Os que eu nunca acho no posto são para osteoporose e tireóde, mas cada mês falta um. Vou ao posto e só dizem que não têm”, relata.

 

Maria de Fátima conta que sofreu acidente em 2014 e desde então usava muletas. Porém desde 2017 está presa na cadeira de rodas, devido a outro acidente.

 

Ela contou ao GD que acompanhava a mãe, de 80 anos, para um compromisso, quando ambas atravessavam a rua e Maria foi atropelada.

 

“Eu estava de muletas ainda. Olhei para os dois lados e não vi carro nenhum. Minha mãe estava um pouco mais a frente quando o Uno veio na nossa direção. Quando vi, empurrei minha mãe o carro em acertou. Ele passou por cima do meu pé e quebrou todo”, narra.

 

A mulher afirma que foram feitas algumas cirurgias e que os pinos colocados no pé são maiores do que o adequado e ela sente muita dor. “Eu sofro muito com esse pé que doí, não tenho força nem firmeza para andar. Mas eu faria tudo de novo para salvar minha mãe”, relata a mulher que não quer fazer nova cirurgia no membro, pois teve um pós operatório muito delicado e teme passar pela situação de novo.

 

Maria Ataíde precisa de ajuda em muitos sentidos, mas o mais urgente é a reforma da cadeira e os remédios. Quem puder ajudar pode entrar em contato com ela pelo telefone (65) 9 9959 3741.

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