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após 20 anos 25.01.2020 | 16h49

Brasil registra morte por febre hemorrágica; entenda doença

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Reprodução

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Depois de 20 anos sem nenhum registro, o Ministério da Saúde divulgou a ocorrência de um caso de febre hemorrágica no Brasil. De acordo com boletim epidemiológico, sua confirmação é considerada um evento de saúde pública grave.

 

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Caso aconteceu em um indivíduo adulto no município de Sorocaba, no interior do estado de São Paulo. Os sintomas começaram no dia 30 de dezembro de 2019, até que evoluiu para o óbito, no dia 11 de janeiro. 

 

Além desse novo caso, foram registrados apenas outros 4 casos de febre hemorrágica em humanos. O primeiro foi em uma mulher de 25 anos que viajou para o município de Cotia, também no interior de São Paulo. O segundo caso foi decorrente de um homem infectado acidentalmente no processamento de amostra do primeiro caso. 

 

O terceiro caso aconteceu nos Estados Unidos, em que um virologista se infectou durante procedimentos laboratoriais. O quarto aconteceu também no interior de São Paulo, desta vez no município de Espírito Santo do Pinhal, no ano de 1999.

 

A doença é considerada extremamente rara e de alta letalidade. O tratamento é feito de acordo com quadro clínico e sintomas do paciente. No caso da morte deste ano, o paciente apresentou náuseas, vertigens, confusão mental e falência multissistêmica. 

 

Entre o início dos sintomas e a constatação de sua morte, ele foi atendido por pelo menos 3 estabelecimentos de saúde entre os municípios de Eldorado, Pariquera-Açu e São Paulo. 

 

"A doença inicia com uma febre, mal-estar, dores musculares, dor epigástrica e retro-orbital, dor de cabeça, tonturas, sensibilidade à luz e constipação1,8. Com a evolução da doença pode haver comprometimento neurológico. A doença normalmente cursa entre 6 a 14 dias", diz trecho do documento do Ministério da Saúde.

 

Febre hemorrágica é contraída principalmente por meio da inalação aerossóis formados a partir de urina, fezes e saliva de roedores infectados. De pessoa para pessoa, pode ocorrer quando há contato prolongado ou muito próximo em ambientes hospitalares. 

 

Por enquanto, o Ministério não aponta o risco de contaminação nacional e pontua apenas alguns casos isolados em São Paulo. A recomendação, no entanto, é que os possíveis casos sejam notificados de forma imediata.

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