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CENTRAL DE REGULAÇÃO 11.07.2020 | 11h44

Central de regulação diz ter sido impedida de supervisionar Santa Casa

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Carlos Celestino/SES-MT

Carlos Celestino/SES-MT

Equipe da Central de Regulação Municipal de Cuiabá apontou ter sido impedida de realizar supervisão nos leitos do Hospital Estadual Santa Casa na capital, na quinta-feira (09). A inspeção seria feita diante de denúncias de que a unidade médica teria leitos de UTI exclusivos para o atendimento a pacientes com covid-19 vagos.

 

Segundo informações de um membro da equipe, as pessoas que os recepcionaram na entrada da Santa Casa se recusaram a receber o documento da Regulação municipal comprovando que estiveram no local. Este mesmo membro fez um relato escrito à mão, que foi anexado à documentação enviada para a Secretaria Municipal de Saúde informando sobre as tentativas de fiscalização.

 

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O processo de regulação de Urgência e Emergência é realizada pelas centrais Estadual e Municipal, através de uma gestão compartilhada, estabelecida pela Portaria em conjunto 002/2016/SES-MT/SMS-CBA. Sendo assim, a equipe da regulação municipal tem a prerrogativa de realizar a fiscalização, mas foi impedida mesmo tendo mandado um ofício para a Santa Casa avisando sobre a visita.

 

Esta não seria a primeira vez que a equipe da Regulação não é autorizada a entrar nos hospitais estaduais. Após a primeira visita da equipe municipal à Santa Casa realizada no dia 2 de junho, que contou inclusive com a presença do secretário estadual de Saúde, os profissionais do município foram impedidos de fazer a supervisão em outras duas oportunidades, em 4 e 5 de junho. A alegação dos representantes do hospital é que o documento apresentado pelo Grupo de Apoio Técnico do município seria válido apenas para a primeira visita realizada.

 

Levando-se em conta este momento atípico de pandemia, onde os leitos de UTI têm sido imprescindíveis para tentar salvar vidas, é de extrema importância a transparência dentro das unidades destinadas a tratar dos pacientes de COVID-19.

 

“Estamos passando por uma situação de extrema gravidade, onde cada leito de UTI é uma chance de manter uma pessoa viva. É uma circunstância inédita para esta geração, nunca vimos nossa capital ficar sem leitos de UTI em todos os hospitais da cidade, até mesmo nos privados. Por isso, se há leitos que possam ser usados, eles precisam ser localizados e colocados em funcionamento. Cada leito de UTI é uma chance de sobrevivência para alguém”, disse o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho.

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