Publicidade

Cuiabá, Terça-feira 26/05/2020

Cidades - A | + A

manifestação por auxílio 20.05.2020 | 18h15

Com contratos suspensos, professores padecem na pandemia

Facebook Print google plus

Chico Ferreira

Chico Ferreira

Profissionais da educação se reuniram nesta tarde de quarta-feira (20) no Palácio Paiaguás para chamar a atenção e sensibilizar o governo para a difícil situação financeira em que se encontram mais de 10 mil professores interinos.


Com contratos suspensos devido à pandemia do coronavírus, que acarretou também na suspensão das aulas na rede estadual de ensino desde abril, professores e suas respectivas famílias amarguram nesta crise.


De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep), subsede Cuiabá, João Custódio, a categoria chegou ao limite de precisar se unir para pedir cestas básicas para os profissionais. Na manifestação, ninguém do governo atendeu os profissionais.

 

Leia também - Professores contratados receberão auxílio de R$ 1,1 mil


“A condição de praticamente 12 ou 20 mil contratados no estado todo, é uma condição de miserabilidade. Somos obrigados a fazer uma campanha de doação de alimentos, uma conta para comprar cesta básica, diante de uma situação que o governador podia resolver rapidamente”, critica.


Conforme Custódio pontua, o governador Mauro Mendes (DEM) se mostra irredutível para atender os profissionais e sancionar um auxílio para eles. Um dos argumentos apresentados pelo gestor é que a manutenção dos contratos poderia ser caraterizada como improbidade administrativa, já que as aulas estão suspensas.


“Ele tem se colocado numa posição de negação. Utilizar da assembleia pra isso, inclusive para fazer projetos juntos com a assembleia, pra depois dizer que não vai sancionar. Onde a própria base apresenta, pra depois posteriormente dizer que não vai sancionar. então é uma inverdade você dizer que não pode pagar um auxílio, seja de R$ 600, R$ 500 ou R$ 300”.


A professora Rebeca Zanon relembra que, apesar de estarem com os contratos temporariamente cedidos, os profissionais ainda fazem parte do quadro de servidores do estado, e simplesmente foram mandados para casa de mãos abanando.


Assim que as aulas forem retomadas, os professores farão a reposição. “A partir do momento que o governo ou a figura do Mauro Mendes vira as costas e manda todo mundo pra casa sem R$ 1 no bolso, a gente começa a pensar que é falta de prioridade com relação a esses profissionais”, analisa.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

MARCELO RODRIGO DA SILVA NEVES - 20/05/2020

E o maior safado que o apóia é um ex-professor, esses Deputados em vez de ajudar, dá apoio para o governo aumentar valores de comissões de cargos e Das's, pisoteia em cima de 10.000 , professores que dependem disso para sobreviver e com apoio dos deputados, e ainda enganam a população com aulas fajutas. Isso não é aula on-line oque eles estão fazendo e com aval da sita comissão encabeçada pela péssima secretária que faz o serviço sujo do governador.

1 comentários

1 de 1

Enquete

A constante troca de ministros pelo presidente Jair Bolsonaro compromete a sua gestão?

Parcial

Edição digital

Terça-feira, 26/05/2020

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 20,25 0,50%

Algodão R$ 90,52 -0,22%

Boi a Vista R$ 135,67 0,00%

Soja Disponível R$ 68,00 0,00%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2019 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.