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PELA IGUALDADE RACIAL 13.07.2020 | 07h07

Conselho de Igualdade Racial emite nota em apoio à manifestações antirracistas

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Carl de Souza/ AFP

Carl de Souza/ AFP

O Conselho Estadual da Promoção de Igualdade Racial de Mato Grosso (Cepir-MT) publicou uma nota em apoio às manifestações antirracistas e antifascistas que eclodiram no Brasil no mês de junho, sobretudo por grupos contrários ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido) e em revolta pela morte do americano George Floyd, assassinado pela polícia estadunidense.

 

Ao longo da carta, assinada pelo presidente do conselho Manoel Silva, no dia  9 de julho, a entidade aponta como o racismo estrutural tem violentado a população negra nos mais diversos setores, desde a saúde até a falta de políticas pública antirracistas.

 

Além de pontuar o caso do americano George Floyd, o Cepir também listou ocorrências brasileiras nas quais o racismo supostamente estaria atrelado.

 

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Como exemplo, foram citados os casos do assassinato do adolescente João Pedro, 14, morto ao ser atingido por um tiro da polícia dentro de casa durante operação no Rio de Janeiro e também do menino Miguel Otávio, 5, que morreu ao cair do nono andar de um prédio quando estava sob os cuidados da patroa da mãe.

 

“Os cortes profundos às verbas das Universidades, os recorrentes ataques à memória do movimento negro e a Fundação Palmares, os desmontes das políticas publicas setoriais e políticas afirmativas, e o descaso com a população quilombola, indígena, periférica e com a classe trabalhadora nestes tempos de compromisso do atual governo para com o Brasil”, apontou o Conselho ao fazer uma leitura do atual panorama brasileiro.

 

Dados do último Atlas da Violência, divulgado em junho de 2019, apontam que em 2017 75% dos homicídios registrados no Brasil as vítimas eram pessoas negras. Em uma década, entre 2007 e 2017, a taxa de letalidade entre negros cresceu 33,1%.

 

No ano de referência, em Mato Grosso foram registrados 850 homicídios de pessoas negras, o que representa mais de duas mortes por dia em média no estado. Diante deste cenário, o Cepir declarou apoio às mobilizações e repudiou qualquer forma de opressão à população negra e indígena no estado.

 

Confira a carta na íntegra

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