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retirados do Jonas Pinheiro 28.11.2019 | 07h20

Despejados ocupam área vizinha e tentam retornar às casas

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João Vieira

João Vieira

Moradores despejados do Residencial Jonas Pinheiro 3 ocupam uma área no bairro Jardim Mancial, próximo das casas que ocupavam anteriormes. Sem ter onde morar depois da desocupação, alguns deles limparam a área e já montam novas barracas.

 

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Depois do despejo, em 6 de novembro passado, 20 famílias foram beneficiadas com aluguel social. A Prefeitura de Cuiabá paga casas para os despejados morarem no Pedra 90.

 

Outros foram residir na casa de parentes, amigos ou de aluguel nos bairros da Capital. Ao todo, 379 famílias moravam no local.


“A gente não tem para onde ir. Um homem veio aqui dizendo que era dono e nos ameaçando, mas ele não provou que é dono mesmo. A polícia também veio querer obrigar a gente a sair”, conta Elaine Cristina, uma das moradoras da nova ocupação.

 

Outras pessoas que também não têm como pagar aluguel se agregaram ao grupo e, entre eles, organizam a divisão do terreno. Eles passam dia e noite no local. No período noturno, as crianças são levadas para uma casa em área ocupada nas proximidades para se protegerem. Nessa casa também são feitas as refeições do grupo de ocupantes.

 

Cerca de 50 famílias estão há 6 dias na ocupação e já montam as barracas no espaço, inclusive pedem doações para a construção das moradias.

 

Jonas Pinheiro
Desde a desocupação, a Caixa Econômica Federal (CEF) disse que iria ao local fazer um levantamento do custo de retomada da obra.

 

João Vieira

Moradores / Jonas Pinheiro / Umuarama / Grilo

 Residencial Jonas Pinheiro

Na manhã desta quarta-feira (27), a equipe do esteve no local e encontrou a área cercada por arame farpado. Uma vala e um monte de terra impedem a entrada no Residencial. Alguns homens fazem a vigilância das casas durante dia e noite.

 

Um dos vigilantes disse que as pessoas ainda tentam invadir o residencial e “todo dia são colocados para correr”.

 

Ainda não há previsão para retomada da obra, pois a empresa Lumem Construtora, responsável pelo empreendimento, está em processo de recuperação judicial.

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Comentários

LINDOMAR PEREIRA DE LEMOS - 28/11/2019

Em vez de passarem acampados dias e noites sem fazer nada, não seria melhor arrumar um serviço, como toda pessoa de bem e comprar uma casa. Hoje compra-se sem entrada e com parcelas mínimas. Mas isso é pra quem quer e gosta de trabalhar em vez de ficar se fazendo de vítimas da sociedade.

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