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gravações na Santa Casa 16.04.2019 | 15h44

Diretor é acusado de ser agressivo e mal educado com funcionários; veja

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

Atual gestor da Santa Casa de Misericórdia da Capital, o médico Luis Saboia, foi acusado por funcionários do local e também pelo vereador Toninho de Souza (PSD), Luis Claudio (Progressistas) e Justino Malheiros (PV) de ser agressivo e mal educado.

 

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Em reunião na manhã desta terça-feira (16), durante reunião na unidade, Saboia chegou a tomar o celular da mão de uma funcionária que o filmava. Segundo Toninho, ela desmaiou em seguida. De acordo com relato do vereador, ele foi até a Santa Casa para entregar documentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao diretor administrativo da Santa Casa, o capitão Daniel Pereira.

 

"Coincidentemente havia tido uma reunião entre os funcionários e o Saboia. Nessa reunião os funcionários relataram que ele foi muito agressivo, mal educado com eles e não deu nenhuma perspectiva. A única diferença é que ele mandou o povo esperar em casa, ele não quer ninguém lá no hospital", disse.

 

Contudo, ao perceber a presença dos vereadores, o médico os teria chamado para uma reunião privativa em sua sala. Contudo, ao perceber a presença do antigo gestor da unidade, o médico Antônio Preza, eles recusaram. 

 

"Eu descobri pelos funcionários que o Preza continua indo lá, mas o Saboia afirmou que era porque ele fornece algumas informações. Mas nós não aceitamos. Então ele pediu para que a gente se retirasse dali", explicou. 

 

Médico Luis Saboia assumiu o cargo na última sexta-feira (12), depois que a atual diretoria foi deposta pela sociedade mantenedora. Na ocasião, presidente Carlos Coutinho, sucessor de Preza, deixou seu cargo. 

 

Por problemas financeiros, a unidade filantrópica está fechada desde 11 de março. Sua dívida chega aos R$ 118 milhões. A decisão de afastar a diretoria foi para que possa ser firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Estadual (MPE) para o recebimento de ao menos R$ 7 milhões.

 

Veja vídeo:

 

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