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The World’s Best Hospitals 2026 28.02.2026 | 08h15

Einstein é eleito o 16º melhor hospital do mundo em novo ranking da Newsweek

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O Einstein acaba de ser anunciado o 16º melhor hospital do mundo, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc. O avanço de seis posições em relação ao ano anterior evidencia o alinhamento da organização aos mais altos padrões internacionais de excelência, ao mesmo tempo em que reafirma, pelo sétimo ano consecutivo, sua posição de liderança no Hemisfério Sul e na América Latina. A iniciativa da Newsweek, que avalia centros médicos de referência em 32 países, considera recomendações de profissionais de saúde e pacientes, além de indicadores de qualidade assistencial, segurança do paciente, resultados clínicos e a adoção de práticas de inovação.

 

Para o presidente do Einstein, Sidney Klajner, o resultado reflete o esforço da organização em articular um sistema de saúde integrado, sustentável e orientado ao impacto social. “Estar entre os 20 melhores do mundo é um grande feito e estamos muito orgulhosos”, celebra. “O trabalho do Einstein está voltado à construção de soluções que contribuam para o aprimoramento e a sustentabilidade do sistema de saúde. Nosso foco está na formação de pessoas, na qualificação contínua do cuidado e na geração de um impacto positivo e duradouro para a sociedade.”

 

O que faz o Einstein estar entre os melhores do mundo

Organização filantrópica que há 70 anos tem a responsabilidade social no centro de seu propósito. Fundado em 1955 pela comunidade judaica, o Einstein não tem fins lucrativos. O compromisso da organização com a responsabilidade social antecede a inauguração do hospital, quando voluntárias já atuavam na comunidade de Paraisópolis, no entorno das construções. Guiado pelos princípios judaicos de Mitzvá (Boas Ações) e Tsedaká (Justiça Social), o trabalho se ampliou e hoje, além da frente do Voluntariado, também abarca o Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis (PECP), o Projeto Einstein na Comunidade Judaica (PECJ), o Residencial Israelita Albert Einstein, e o Amigos Einstein da Oncologia e Hematologia (amigo_h). Por meio de missões humanitárias, o Einstein leva, ainda, assistência a regiões remotas, com o objetivo de apoiar e fortalecer as redes locais de saúde e contribuir para que essas comunidades tenham acesso mais frequente e qualificado aos cuidados de que necessitam. Em 2025, o Einstein promoveu a missão humanitária Pari-Cachoeira, que levou assistência médica, cirúrgica e exames a comunidades indígenas de difícil acesso no Amazonas, totalizando 1.500 atendimentos em saúde.

Sistema de saúde integrado, que conecta assistência, ensino, pesquisa e inovação. O reconhecimento global do Einstein como um dos melhores hospitais do mundo reflete sua concepção como um sistema de saúde completo, que integra atividades de assistência, ensino, pesquisa e inovação. Essa integração entre as áreas facilita a troca de conhecimento, aprimorando práticas assistenciais, fomentando a inovação, garantindo que avanços científicos se convertam rapidamente em benefícios para os pacientes e contribuindo para a transformação da saúde no Brasil. Um exemplo dessa atuação sistêmica é a cirurgia robótica - além de referência assistencial na especialidade, tendo realizado mais de 15 mil cirurgias com robôs nos últimos 18 anos, tanto em unidades públicas quanto privadas, o Einstein já capacitou mais de mil profissionais na área, 30% dos quais estrangeiros, tornando-se a principal plataforma de ensino em cirurgia robótica da América Latina.

Fortalecimento do SUS por meio de gestão qualificada e projetos de amplo impacto social. O Einstein administra 35 unidades públicas, incluindo nove hospitais, buscando a ampliação do acesso e a qualidade dos serviços. Por meio delas, foram realizados seis milhões de atendimentos de saúde no último ano. Além disso, desde 2009, o Einstein conduz projetos estratégicos no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), que já impactaram mais de nove milhões de pessoas, muitas delas em situação de vulnerabilidade, e capacitaram mais de 700 mil profissionais. Atualmente, são 45 iniciativas em andamento, como o VIGIAMBSI (Vigilância Ambiental e Saúde Indígena), que contempla a criação de uma plataforma nacional de dados ambientais e de saneamento para as aldeias indígenas, visando integrar e padronizar informações para maior agilidade e confiabilidade na análise de indicadores relacionados à saúde.

Uma das melhores organizações para se trabalhar no país, entre todos os setores, de acordo com o ranking GPTW de 2025. A gestão de pessoas no Einstein parte de uma visão integrada, que valoriza o desenvolvimento pessoal por meio de relevante investimento em educação continuada e bem-estar dos colaboradores, oferecendo condições para que as equipes atuem com segurança, qualidade e senso de propósito. Em 2025, o Einstein, que tem mais de 33 mil colaboradores, alcançou a décima terceira posição no ranking Great Place to Work, que avalia organizações de acordo com a experiência dos colaboradores em cinco dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem.

Liderança em qualidade e segurança, com 25 certificações internacionais que comprovam, por rigorosas avaliações independentes, a excelência no cuidado. Com uma sólida cultura de segurança do paciente, protocolos certificados e desfechos clínicos comparáveis aos dos melhores hospitais do mundo, o Einstein é referência nacional e global em qualidade assistencial. Pioneiro fora dos Estados Unidos com a acreditação de qualidade da Joint Comission International (JCI), e primeiro na América Latina a receber a designação Magnet, relativa a práticas de enfermagem, é o hospital brasileiro com o maior número de certificações e acreditações.

Escolhido por médicos em todo o Brasil como o melhor hospital do país, com base em critérios de qualidade, humanização, infraestrutura e tecnologia. Pesquisa Datafolha realizada em 2025, com mais de 600 médicos de todas as regiões brasileiras, mostrou que o Einstein é líder na opinião de 36% dos profissionais consultados. O levantamento avaliou instituições públicas e privadas a partir de 14 critérios, que incluem infraestrutura, qualidade assistencial, humanização, tecnologia, corpo clínico e seis especialidades médicas distintas. O Einstein foi destaque em todas as especialidades (Gastroenterologia, Neurologia, Oncologia, Ortopedia, Endocrinologia e Cardiologia), o que reforça sua autoridade técnica na alta complexidade.

Corpo clínico e assistencial de excelência reconhecida no Brasil e no mundo, apoiado por tecnologia de vanguarda e inteligência ampliada. O Einstein reúne especialistas renomados e incentiva a evolução contínua desses profissionais por meio de iniciativas de capacitação, engajamento e incentivo à pesquisa. Em 2025, no ranking World’s Best Specialized Hospitals, também da Newsweek, foi destaque na América Latina pelo desempenho em cuidados médicos de alta complexidade em especialidades como Cardiologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Ginecologia e Obstetrícia, Neurocirurgia, Oncologia, Ortopedia e Pneumologia. A prática clínica de excelência é apoiada por tecnologias inovadoras para diagnóstico e tratamento dos pacientes, sobretudo na linha da medicina de precisão, das técnicas minimamente invasivas e da alta complexidade. No ano passado, por exemplo, o Einstein trouxe para o Brasil a tecnologia HIFU (High-Intensity Focused Ultrasound) para tratar tremores associados às doenças de Parkinson e Tremor Essencial, e implementou o HITHOC, que combina cirurgia robótica e quimioterapia aquecida para tratar tumores pleurais complexos.

Referência na educação em saúde, com notas máximas no ENADE e ENAMED, além de programas que acompanham os profissionais ao longo de toda a jornada acadêmica - do Ensino Técnico Integrado ao Médio (ETIM) até o Doutorado. Com um dos principais centros de ensino em saúde do Brasil, o Einstein oferece graduação, pós-graduação, especializações e educação continuada reconhecidos pela qualidade acadêmica. A integração com um hospital de referência mundial amplia a experiência dos alunos e a qualificação dos profissionais. No ENAMED, prova anual que avalia a formação médica no Brasil, o Einstein figurou no seleto grupo de faculdades que receberam nota máxima (5). E, em 2025, os cursos de Medicina e Enfermagem alcançaram a nota máxima (5) do MEC, que considera o desempenho no ENADE, a qualificação do corpo docente, a infraestrutura e a percepção dos estudantes sobre o curso. No ano passado, passaram pelas 13 unidades de ensino do Einstein 13 mil alunos em cursos regulados como graduação, pós-graduação e residência médica.

Pesquisa científica de relevância global, com mais de 1.600 estudos publicados em 2025 em periódicos de alto impacto. Nos últimos anos, o Einstein se consolidou como catalisador da produção científica no Brasil, com pesquisas que geram impacto direto na promoção de vidas mais saudáveis, influenciando protocolos de tratamento e políticas públicas. Com uma estrutura de ponta e processos inovadores, atua fortemente em terapias avançadas e áreas como genética molecular, doenças infecciosas, terapia celular e oncologia. Em 2025, o Einstein apresentou um dos maiores estudos clínicos já realizados sobre tratamento pós-infarto agudo do miocárdio - a pesquisa NEO-MINDSET, que foi destaque no congresso anual da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicada no New England Journal of Medicine (NEJM), uma das revistas científicas mais influentes do mundo.

Uma das organizações mais inovadoras do país, segundo o ranking Valor Inovação, com mais de 160 startups aceleradas em biotecnologia, equipamentos médicos e saúde digital. Com um histórico de 70 anos de pioneirismo, o Einstein transforma conhecimento em novos processos, produtos e serviços, e emprega tecnologia para equidade. Na área de Inteligência Artificial, já adota mais de 60 soluções com uso de algoritmos em diversas áreas da organização - como na Central de Monitoramento (CMOA), onde dados monitorados em tempo real contribuem para a prevenção de eventos adversos nas internações.

Protagonismo no debate sobre clima e saúde, com compromissos concretos em práticas sustentáveis, resiliência do sistema e ampliação da equidade. Cerca de 75% da energia consumida nas operações do Einstein é proveniente de fontes renováveis. A organização também é a única do setor de saúde no Brasil a alcançar a nota A- no Carbon Disclosure Project, um dos principais indutores globais da agenda de descarbonização. O Einstein está à frente das discussões sobre como reduzir impactos das mudanças climáticas na saúde das populações por meio de fóruns e alianças globais dedicados ao tema, como COP e SXSW, além do desenvolvimento de tecnologias que geram mais acesso. Em 2025, por exemplo, deu início ao Malar.IA, projeto que utiliza inteligência artificial para identificar o agente causador da malária em amostras de sangue. As mudanças climáticas têm impacto direto na dinâmica de doenças infecciosas como a malária, especialmente na Amazônia. O objetivo da iniciativa é acelerar o diagnóstico e fortalecer a vigilância em saúde em áreas de difícil acesso da região, que concentram 99% dos casos de malária registrados no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Conexão com os principais centros médicos do mundo, como Mayo Clinic, MD Anderson Cancer Center, Sheba Medical Center e City of Hope, para impulsionar a evolução da medicina e do cuidado. O Einstein é membro-fundador da rede global Mayo Clinic Platform_Connect, iniciativa que conecta importantes organizações de saúde do mundo, como Mayo Clinic e Sheba Medical Center e Seoul National University Hospital, para acelerar a inovação por meio da análise de dados clínicos qualificados, seguros e anonimizados. Além disso, em 2025, tornou-se também o primeiro membro internacional da CTMC Alliance, criada com o objetivo de fomentar o desenvolvimento e a oferta de terapias celulares para pacientes com doenças ainda sem opções terapêuticas eficazes.

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