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DEU EM A GAZETA 05.01.2020 | 07h50

Em 10 anos, hanseníase cresce 79,7% em todo o estado

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Natália Araújo

natalia@gazetadigital.com.br

Altemar Alcantara/Semcom/Manaus

Altemar Alcantara/Semcom/Manaus

Mato Grosso registrou, em uma década, 32.286 casos novos de hanseníase. Os dados, de 2008 a 2018, são do Ministério da Saúde e apontam um crescimento de 79,7% neste período. Em 2008, foram diagnosticados 2.602 novos casos e, em 2018, este número pulou para 4.678.  

 

Em 2017, o Estado assumiu o topo do ranking de registros no país, com 3.452 novos casos. No ano seguinte, houve um aumento de 35,5%, ficando mais uma vez como a unidade federativa com mais casos, sendo 2018 o ano com maior número desde 1990. No ano passado, foram 3.937 novos casos, segundo dados parciais da Secretaria de Estado de Saúde (SES).   

 

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Os números apontam uma incidência de 114,4 casos a cada 100 mil habitantes, atenta o Programa Estadual de Hanseníase.

 

A técnica Rejane de Fátima Conde Finotti explica que os números são resultado da chamada busca ativa, que consiste na capacitação dos profissionais de saúde para reforçar a importância da atenção aos sintomas da doença e realizar o diagnóstico precoce. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) garante que as 92 unidades de saúde de Cuiabá estão aptas para fazer o diagnóstico. Dentre os registros em 2019, 7,9%, cerca de 310, foram feitos tardiamente e o paciente já apresentava algum tipo de sequela. A gravidade depende de quanto tempo demora o início do tratamento.  

 

As consequências mais comuns, indica a médica de família e comunidade Andreia Tomborelli Teixeira, é a perda de sensibilidade dos olhos, perda de força nas pálpebras, perda de força e sensibilidade nas mãos e pés.  

 

A importância do treinamento para identificar o mais cedo possível a doença é ressaltada pela médica que frisa ainda que, a qualquer alteração no corpo, a pessoa deve procurar o atendimento médico.  

 

Dentre os sintomas relacionados à hanseníase, Teixeira elenca o aparecimento de manchas brancas, vermelhas ou roxas pelo corpo, ou de caroços. Além disso, a pessoa pode sofrer o espessamento da pele do rosto e da orelha, queda das sobrancelhas, cílios, dos pelos ao redor das manchas. Nessas áreas pode acontecer ainda a perda de sensibilidade. Há pacientes que tiveram câimbras e depois perda de foça e sensibilidade nas mãos e pés. Em alguns casos, o doente pode sofrer com o olho seco e a visão borrada.

 

Leia a reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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