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contratos suspensos 21.05.2020 | 15h36

Em reunião na Casa Civil, Sintep cobra prazo para auxílio de professores

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) participou de uma audiência, nesta manhã de quinta-feira (21), com o secretário da Casa Civil, Mauro de Carvalho. A entidade cobrou na reunião respostas para os professores interinos, que seguem com contratos suspensos.


Na última quarta-feira (20), os profissionais foram até o Palácio Paiaguás para chamar a atenção do governo. Com cartazes escrito “a fome não espera”, professores interinos estão com os contratos suspensos devido à pandemia do coronavírus.


A audiência também contou com a presença da secretária de Estado de Educação (Seduc), Marioneide Kliemaschewsk e o secretário de Gestão do Estado, Basílio Bezerra. Três pontos urgentes foram abordados pelo sindicato, como contratação dos candidatos a contratos temporários da Seduc, auxílio emergencial para os trabalhadores da educação e prorrogação da aplicação da alíquota previdenciária.

 

Leia também - Com contratos suspensos, professores padecem na pandemia


De acordo com o presidente do Sintep, Devair Pereira, a prioridade é agilizar o auxílio emergencial para os professores interinos, entretanto, esse problema não teve nenhum avanço na reunião.


Contudo, Pereira comenta que a situação dos trabalhadores da educação que não tem vínculos e renda pode mudar. “A única questão que avançou um pouquinho foi a inclusão dos trabalhadores da educação que não tem vínculos e renda, para o recebimento de cesta básica, com base no cadastro da Seduc, mas ainda não tem a data definida da distribuição”, comenta.


O presidente relata que a pasta ficou de fazer um levantamento para rever a questão do auxílio e criar também um benefício que contemple outras secretárias que estão passando pelo mesmo problema na pandemia do coronavírus, como a do turismo.


O Sintep ainda cobrou prazo para o levantamento. “Ainda não saiu uma data concreta, com base no levantamento, para ver o impacto financeiro e ver a viabilidade, e não ficou assegurado nada de concreto. Mas ficaram de fazer o levantamento e o governo dar algum retorno”.


Pereira volta a lembrar da difícil situação em que se encontram mais de 10 mil profissionais, que estão em casa sem receber. O Sintep chegou até mesmo a fazer campanhas para distribuir cestas básicas para os professores e suas famílias.


“Nossa prioridade é resolver o caso das pessoas que não tem o que comer. Até falei para o secretário, o senhor tem que ir la no Sintep na hora em que estão buscando as cestas, pro senhor ver o que é dificuldade. Não dá pra postergar quem não está tendo nada em casa”, cobrou.

 

O secretário Mauro Carvalho, por sua vez, endossou o argumento do governador Mauro Mendes (DEM) de que a manutenção dos contratos incorreria em improbidade administrativa,a já que os professores não estão atuando. Porém, afirmou que o governo está sensível com as dificuldades dos profissionais.

 

Segundo explica a Seduc, com as aulas suspensas, em razão da pandemia do coronavírus, escolas que mantiveram a greve em 2019 não haviam iniciado o período letivo. Por conta disso, os profissionais não chegaram a ser contratados para atuar nessas unidades.

 

Já nas escolas em que o ano letivo teve início em fevereiro, os contratos foram firmados e, de acordo com Mauro Carvalho, serão mantidos, mesmo sem previsão de retorno às aulas.

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