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Impedidos por decreto 22.05.2020 | 18h03

Empresários pedem abertura de todos os setores em Cuiabá

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Eduarda Fernandes

eduarda@gazetadigital.com.br

Eduarda Fernandes

Empresários fazem protesto em frente à sede da Prefeitura de Cuiabá

 

Um protesto organizado pelo movimento Direita Mato Grosso reuniu empresários e profissionais de ramos ainda proibidos de funcionar, em decorrência dos decretos municipais editados pelo prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro. Reunidos diante do prédio da prefeitura, proprietários de escolas, de cerimoniais, garçons, educadores físicos e lojistas de shoppings pediram que um novo decreto seja editado, flexibilizando o funcionamento dessas atividades.

 

Coordenador do Direta Mato Grosso, o empresário do ramo de joalheria Rafael Yonokubo explica que os setores querem que haja uma flexibilização para que possam trabalhar. "Tem pessoas que antes faziam grandes festas e hoje estão vendendo torta por whatsapp, para tentar pelo menos botar comida dentro de casa. Eu fiquei parado por 40 dias e a minha vira virou de cabeça para baixo, parcela de carro atrasou, aluguel do imóvel atrasou. Agora que reabriu com essa redução de horário que estou conseguindo colocar as coisas em ordem", diz.

 

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Proprietária da escola Anjos da Guarda, Daniele Zorzan conta que dos 15 funcionários que tinha antes da pandemia, já precisou demitir 3. Além disso, perdeu mais de 40% dos alunos. Ela pede que o prefeito se sensibilize com a situação das escolas de pequeno porte e garante que, justamente por isso, conseguem se adequar as normas de segurança, pois atendem de 5 a 10 crianças por sala.

 

Eduarda Fernandes

Empresários fazem protesto em frente à sede da Prefeitura de Cuiabá

 

"Não queremos simplesmente colocar as crianças lá, queremos com segurança. Muitas escolas estão fechando porque os pais estão precisando arrumar alguém para cuidar, muitos funcionários sem emprego. Teve o auxílio do governo, mas não são todos que conseguem. Temos funcionários vivendo com R$ 300, o que é um absurdo", relata.

 

O educador físico Ires Pereira da Silva atendia em média 40 alunos antes da pandemia e agora está parado. Ele conta que tem perdido de R$ 3,5 mil a R$ 4 mil por mês. "Sem essa renda nós ficamos de mãos atadas, vivemos de bico. É uma situação preocupante e não temos uma perspectiva de futuro, ficamos a mercê da sorte".

 

Dono de uma das lojas de acessórios no Shopping Popular, em Cuiabá, Valney Almeida conta que desde que o estabelecimento fechou, tem se virado com "bicos" para tentar manter a renda. Pai de três filhos e impedido de abrir as portas do estabelecimento, ele tem trabalhado como motoboy. "Tem como reabrir com as medidas de segurança, assim como o comércio do centro. Estão exagerando. Muitos pais de família estão sofrendo com essas medidas".

 

"Nós viemos para a rua pedir apenas que possamos trabalhar. No meio de nós tem segurança, garçom, pessoal da logística, barmen, cozinheiro, fotógrafo. E já que o prefeito abriu essa possibilidade do auxílio emergencial, por que não cabe a esse pessoal também?", questiona o garçom Anderson Fortes. Ele sugere que os profissionais dessas categorias recebam um auxílio de aproximadamente R$ 1 mil por mês até que possam voltar a trabalhar.

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Comentários

João da Costa Vital - 23/05/2020

Esse Yonokubo é o.mesmo puxa saco que foi há poucos dias a Brasília com bandeira do Brasil e faixas em apoio ao pior presidente da história do Brasil, esse miliciano canalha chamado Bolsonaro, o presidente mais incompetente, ignorante, canalha e genocida do mundo! Não libera a abertura do comércio, caro ótimo prefeito de Cuiabá, não faça a vontade desses malditos nazifascista inescrupulosos direitistas de merda! Tá na miséria vai? Vai pedir dinheiro para o Bolsomerda.

Carlos Alves - 23/05/2020

Os prejudicados devem entrar com açao judicial cobrando os prejuízos do Município que mandou paralisar as atividades.

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