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Deu em A Gazeta 26.07.2020 | 07h13

Exército vai suspender a licença de atiradores envolvidos na morte de Isabele

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Arquivo/Agência Brasil

Arquivo/Agência Brasil

Exército Brasileiro (EB) suspenderá temporariamente os Certificados de Registros (CR) dos atiradores desportivos envolvidos na morte da adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14. O comando da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada - Brigada Barão de Melgaço - por meio do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC) informa que está subsidiando a Polícia Civil com todas as informações pertinentes aos atiradores desportivos envolvidos na investigação do homicídio.

 

Além do empresário Marcelo Martins Cestari, 46, pai da adolescente de 14 anos apontada como autora do disparo que matou Isabele, o proprietário da arma usada no crime, Glauco Mesquita Corrêa da Costa e o filho dele, um adolescente de 16 anos, estão sob investigação em 3 inquéritos relaciona dos ao homicídio culposo, posse de arma de fogo e negligência ao franquear aos filhos adolescentes o acesso aos equipamentos.


De acordo com o EB, após resultado do inquérito policial, o Comando da Brigada tomará as providências cabíveis no tocante aos atiradores desportivos envolvidos, podendo até mesmo solicitar a cassação dos certificados de registros para as atividades de tiro desportivo.

 

Em depoimento à polícia, tanto a adolescente de 14 anos, como o pai dela, Marcelo Cestari, informaram que são praticantes da modalidade, além de outros 4 membros da família. Todos os filhos têm menos de 18 anos.


No caso de Glauco Mesquita, a família também tem tradição no esporte e o filho adolescente está entre os 5 melhores atiradores desportistas do país. Glauco foi alvo de mandado de buscas em sua residência, onde foram encontradas 18 armas usadas para a prática desportiva.

 

Crime
Isabele foi morta com um disparo de arma de fogo calibre 380, com entrada pelo nariz em direção à nuca, na noite do dia 12 de julho. O homicídio, segundo a versão da amiga, ocorreu por disparo acidental, quando ela iria guardar a caixa que continha as 2 pistolas e, ao desequilibrar, a derrubou. Quando tentava repor uma das armas na embalagem ocorreu o disparo que atingiu a Isabele que deixava o banheiro, dentro de seu quarto.


Confira reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta

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Comentários

cidão - 26/07/2020

Quem é bom não faz besteira!Sou ex-militar do exercito e sei disso.

Priscila - 26/07/2020

Tô de olhão . Quero só ver se esses bandos de irresponsaveis e destruidores de vidas vão ter licença para ter e usar armas de fogo tirando Vidas Inocentes.Espero que seja caçada para sempre essa licenca. TRÁGICO e queremos JUSTICA po ISABELLE

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