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Cuiabá, Sábado 19/09/2020

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edição especial 23.05.2020 | 08h35

Gazeta, um jornal porta-voz da comunidade há 30 anos

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Dantielle Venturini

redacao@gazetadigital.com.br

Grupo Gazeta

Selo 30 anos Grupo Gazeta

 

Quando circulou pela primeira vez em 23 de maio de 1990, A Gazeta assumiu com o leitor vários compromissos. Entre eles o primar pela verdade e a independência, além do papel de dar voz à população. Há 3 décadas cumprindo com o dever de imprensa, que, além de informar deve contribuir para construção de uma sociedade justa, democrática e independente, A Gazeta agiu decisivamente para a resolução de milhares de casos, sejam voltados a problemas de infraestrutura nos bairros, cidades, órgãos públicos, saúde e até mesmo dramas pessoais envolvendo personagens anônimos que se não fosse o jornalismo jamais teriam vez.


Ao longo desses 30 anos, fazendo história, A Gazeta conquistou o mercado editorial e é hoje o único jornal impresso diário em Mato Grosso. Sempre lembrado pela interatividade com o leitor, credibilidade e inovação, foi ainda o primeiro jornal mato-grossense de redação totalmente informatizada e o sétimo no país. Com tamanha ousadia e inovação, A Gazeta foi divisor de águas na comunicação do Estado.

 

Pioneira em várias frentes, é responsável por mudar o perfil dos impressos que circulavam na época (1990), sendo o primeiro jornal a ter sua edição impressa 100% colorida, a dividir o noticiário em cadernos específicos, a dar crédito aos textos produzidos por seus jornalistas e apresentar uma linguagem jornalística mais leve.

 

A Gazeta nasceu no momento em que a população queria voz e abriu espaço ao jornalismo comunitário forte e criando canal direto com o público.

Gazeta sobrevive pela seriedade e credibilidade

Com a vida dedicada à comunicação, presidente e idealizador de A Gazeta, João Dorileo Leal lembra que o jornal foi um projeto ousado desde o princípio, com investimento de um grupo de empresários que não tinha ligação com o segmento. Mesmo diante de um mercado onde 4 jornais disputavam a preferência do leitor, o grupo apostou no nicho da comunicação e acalentou a ideia de ir além de um jornal impresso.

 

A Gazeta

João Dorileo Leal

 Presidente do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal

Passaram-se os anos e a popularidade de A Gazeta, jornal que ganhou o gosto do público desde a primeira edição, segue sendo imbatível, com quase 90% de índice de leitura, o que para Dorileo demonstra que a “aposta ousada”, deu muito certo. “Os nossos concorrentes, todos títulos importantes do jornalismo na época, deixaram de existir. Só sobreviveu no mercado, com muita força e credibilidade A Gazeta”.

 

O empresário lembra que, em 30 anos, A Gazeta nunca deixou de ser líder em todas as pesquisas de audiência. Com muitos fatos marcantes e dificuldades, o jornal transpôs mitos que permeiam empresas de comunicação como, por exemplo, o de que os jornais são “vendidos” a partidos e que só sobrevivem à custa do governo. “Nesses 30 anos foram vários governos, vários partidos no poder, diversas eleições e passamos por todos eles sem nenhum problema, sempre como uma empresa sólida, correta, reconhecida pelo trabalho sério e com todos os compromissos honrados”.


Dorileo afirma que o comportamento do GGC, em especial do jornal A Gazeta, é exemplo de como deve ser a atuação de empresas no nosso país, agindo sempre com respeito e compromisso aos valores que norteiam a sociedade. “Passamos por tudo e por todos e com convicção eu digo que A Gazeta só sobreviveu pelo trabalho, compromisso, credibilidade, seriedade e pela forma como ela é gerida. Temos um modelo de gestão que dá muito certo”.

 

Mesmo com uma história de sucesso e liderança e várias conquistas, Dorileo destaca que entre os legados da Gazeta, um merece destaque. O jornal provocou uma transformação no jornalismo de modo geral, e com o respeito aos concorrentes, ele lembra que a comunicação até Gazeta foi uma e pós-Gazeta outra. “O jornal começou a provocar essa transformação profunda no mercado editorial do Estado e estabeleceu uma nova forma de fazer jornalismo, com seriedade, independência e muita coragem”.

Gazeta inova mercado editorial e o de trabalho


Diretora de redação, a jornalista Margareth Botelho lembra que A Gazeta não revolucionou apenas em questões tecnológicas, mas também no reconhecimento dado aos profissionais que diariamente garantem o jornalismo sério e preocupado em informar cada fato apurado nas ruas. Naquele momento do nascimento da Gazeta, a categoria sentiu-se atraída pela inovação no trato da comunicação como também a visibilidade profissional, uma vez que as matérias pela primeira vez em Mato Grosso passaram a ser assinadas. “A Gazeta entrou com uma condição muito inovadora para o jornalismo, marcando época no mercado editorial, tanto do ponto de vista do leitor, como do ponto de vista da categoria”.

 

Chico Ferreira

Margareth Botelho

 Diretora de Redação, jornalista Margareth Botelho


Completando 27 anos em A Gazeta, Margareth avalia que o mais marcante no jornalismo ao longo desses anos foi a evolução da notícia, que passou por vários momentos até a chegada da internet. Ela cita a época em que o rádio ficou abalado com a chegada do cinema, que por sua vez ficou abalado com a chegada da TV. “É tudo uma questão de adaptação. Neste momento de pandemia, por exemplo, pesquisas mostram o jornal impresso como o meio de comunicação da maior confiança para o leitor”.


Gazeta se destaca pela assiduidade e regionalismo
Vice-presidente comercial, Carlos Eduardo Dorileo Carvalho, afirma que um dos segredos para tamanha estabilidade está no compromisso e assiduidade de A Gazeta com seu público, que em 3 décadas nunca deixou de circular. “Mesmo nas trocas de máquinas e equipamentos, o jornal encontrou meio de garantir assiduidade junto ao leitor”. Carlinhos Dorileo, como é conhecido, afirma que além do compromisso com o social, o jornal também “nasceu grande” ganhando leitores não apenas na Baixada Cuiabana.

Otmar de Oliveira

Carlos Dorileo Leal

 Vice-presidente Comercial, Carlos Dorileo Leal


Ele lembra que enquanto outros jornais da época preocupavam apenas com a Capital e Várzea Grande, a proposta de A Gazeta era “expandir” com circulação em todo Estado e sucursais em diversos polos. Tudo isso, ele esclarece, facilitava o trabalho para o setor comercial, que detinha além da aceitação do público, um grande produto para aposta dos empresários. Sem parar no tempo e sempre ligado na atualidade desde seu nascimento, um marco para a sobrevivência foi quando o jornal se reinventou e assumiu também o modelo digital, tornando-se 2 em 1.

Linha editorial e logística garantem sucesso
Jornalista e professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) doutora em Comunicação Social, Mariângela Sólla López, afirma que entre os fatores que explicam a existência de um jornal impresso como A Gazeta, que circula há 30 anos no Estado, está o gerenciamento que permitiu que o jornal pudesse superar as crises enfrentadas pelo mercado do jornal impresso nos últimos anos, quando veículos, em Mato Grosso, no Brasil e no mundo, “sucumbiram à mudança nos hábitos de leitura surgidos com o advento das novas tecnologias de informação e comunicação”.


O fato de o jornal pertencer a um grupo de comunicação que conta também com outros meios e plataformas de comunicação, além da modernização de seu parque gráfico em 2010 são, sem dúvida, diferenciais da empresa para atuar em um mercado cada vez mais competitivo no âmbito digital. “Se considerarmos que circulam, em média, 20 mil exemplares todos os dias e que cada exemplar é lido por, no mínimo, 3 pessoas diferentes, temos uma estimativa de cerca de 60 mil leitores por dia, o que é um número muito expressivo para o mercado mato-grossense”, analisa.

 

Mesmo assim, o fato de A Gazeta ser na atualidade o único jornal impresso com circulação diária não explica o sucesso no número de leitores assíduos, que para Mariângela também tem muito a ver com a estratégia adotada em sua linha editorial ao privilegiar conteúdos locais e regionais.

 

Leia mais no Caderno Especial na edição do Jornal A Gazeta

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