27.08.2003 | 03h00
O detector de usuários de substâncias ilícitas entra no mercado brasileiro a partir da próxima semana, prometendo um diagnóstico rápido do consumo de drogas no país. O aparelho, conhecido no exterior como Drugwipe, já é usado pelas autoridades de países como Alemanha, Inglaterra e França, junto com o bafômetro, para flagrar condutores de veículos que fazem uso de entorpecentes ao volante. No Brasil, ele vem sendo tratado como aliado dos pais para saber se filhos fazem ou não uso de entorpecentes.
O aparelho é descartável e permite que o teste seja feito sem que a pessoa saiba de sua utilização. Para isso basta passá-lo na pele da pessoa ou na superfície de qualquer objeto que ela tenha tido muito contato, tais como aparelho de telefone, mouse de computador, caneta, uma roupa usada, dentre outros. O Drugwipe verifica se houve consumo de drogas num prazo de até cinco dias. O resultado positivo aparece no visor, que fica avermelhado, em cerca de dois minutos.
Há quatro versões que detectam os diferentes tipos de droga: maconha e derivados como haxixe; opiáceos como morfina e heroína; cocaína em todas as formas - pó, pasta, crack -, e o grupo das anfetaminas, que inclui o ecstasy. Os quatro tipos serão vendidos por US$ 13 cada, o correspondente a R$ 50,00. Uma quinta versão, que conjuga testes para anfetaminas e cocaína, custará cerca de US$ 16.
Equipado com anticorpos específicos para cada tipo de droga, o teste aponta a presença de quantidades mínimas da substância. Ele funciona como uma vacina para varíola, por exemplo, que leva o organismo a reagir quando submetido ao vírus. O instrumento é fabricado pela Secure Tech, empresa alemã, foi inventado em 1997. É aceito pela Agência Nacional Anti-drogas dos Estados Unidos (DEA).
O produto será distribuído no Brasil pela ACS Comércio e Serviços Ltda, com sede em Recife (PE), que distribui o Etiloteste Químico Contoalco (bafômetro descartável).
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