24.06.2006 | 03h00
O julgamento de Geralda Gomes de Souza, 43, acusada de ter matado o marido, o sargento bombeiro Francisco Assis de Souza sufocado ocorreu ontem no Fórum de Rondonópolis. Os trabalhos foram presididos pelo juiz da 1ª Vara Criminal João Alberto Mena Barreto. A previsão é que o julgamento terminasse às 22h de ontem.
Geralda foi ouvida pela manhã e novamente fez referência ao casal que teria participado do assassinato ocorrido em janeiro de 2004.
Durante as investigações feitas pela polícia, Geralda chegou a confessar ter matado o marido. De acordo com a polícia, ela teria matado o bombeiro sozinha, com sonífero dado numa gelatina. Teria esperado ele dormir, amarrado suas mãos e pés e o matado sufocado com um saco plástico. A morte do marido a deixaria com um seguro de R$ 80 mil. Ela acabou sem o dinheiro.
Na época, ela denunciou que o marido usava a estrutura do Corpo de Bombeiros para fazer tráfico de drogas. Também argumentou que alguns colegas estavam extorquindo o marido depois desta descoberta. Geralda também acusou o marido de obrigá-la a manter relações com outros casais. A polícia chegou a conclusão que ela tinha matado sozinha o marido.
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