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pandemia na rua 20.05.2020 | 07h15

Polícia Militar tem 40 casos suspeitos de coronavírus em MT

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Thiago Andrade e Vitória Lopes

redacao@gazetadigital.com.br

Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

O comandante da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, confirmou, em entrevista na terça-feira (19), que cerca de 40 policiais estão com suspeita de covid-19. Apesar do alerta, Assis afirma que o número é baixo, se comparado ao efetivo da corporação. Ele também enfatizou que os registros criminais reduziram durante a pandemia.

 

No início da pandemia - por volta de 20 de março, quando o primeiro caso foi registrado em Cuiabá -, Assis disse que mais pessoas ficaram afastadas. “Já estivemos com um número um pouco maior de pessoas afastadas lá no início da pandemia, chegamos a 82, e baixamos. Chegou uma semana que estávamos com 12, então hoje, confirmados, devemos ter entre 4 ou 5”, disse.

 

Apesar de não ter números exatos, o comandante da PM afirma que a estimativa é que 40 servidores estejam afastados sob suspeita da doença. Esse índice não é maior, segundo Assis, porque a Polícia Militar está tomando os devidos cuidados para evitar o contágio, além de ter traçado um plano estratégico para lidar com o momento de crise. O efetivo foi aumentado em 35%.

 

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“Desde o início da pandemia, estabelecemos operações especiais, tanto no sentido do policial militar em serviço, quanto do policial militar fora de serviço, e passamos isso através de orientações técnicas, vídeos explicativos, e isso foi repassado a todos nossos policiais. Lógico que o policial militar tem que ter um preparo psicológico um pouco diferenciado do cidadão comum, porque ele é preparado para enfrentar a criminalidade”, comenta.


Ainda de acordo com o coronel, por conta da ostensividade e também do isolamento social, a criminalidade caiu neste período. “Nós tivemos uma redução nos índices criminais, homicídio, roubo e furto e isso também devido a atuação dos organismos de segurança lá fora, que não pararam nenhum momento”.


Sobre o aumento dos casos de violência doméstica e abuso infantil, Assis responde que a maioria dos registros ocorre dentro de casa, local que a polícia não tem acesso. No entanto, a corporação, junto com outros aliados, vem trabalhando para diminuir os dados.

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Comentários

Roberto - 20/05/2020

Esses 40 merecem os mil reais para ajudar nos custos com esse tal corona, pois estão na linha de frente. Ah! esqueci é só para quem trabalha em Home Office.

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