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morte em 2018 18.02.2020 | 11h22

Polícia vai pedir exumação de avô de Mirella

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Redação de A Gazeta

redacao@gazetadigital.com.br

Arquivo Pessoal

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Investigação que apura se avô de menina envenenada pela madrasta também foi assassinado por ela avança e Polícia Civil pedirá exumação do corpo, após ouvir familiares de Edson Manoel Leite de Oliveira. Segundo o delegado Olímpio da Cunha Fernandes Júnior, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), familiares e testemunhas que levantaram as suspeitas durante o inquérito que apurou o homicídio da neta dele, Mirella Poliana Chue de Oliveira, 11, foram intimados para prestar depoimento. A suspeita é que Edson foi a primeira vítima de Jaira Gonçalves de Arruda, 42.

 

A morte do avô ocorreu no dia 4 de março de 2018, depois de apresentar um problema grave e súbito de saúde. Ele e a esposa, que havia falecido no ano anterior, detinham a guarda de Mirella. Pouco antes de morrer, ele teria comentado que iria passar a guarda da menina para a avó materna. Mas depois da morte dele, Mirella foi a morar com o pai e a madrasta, quando passou a ser envenenada por ela, ao longo de 2 meses, até que não resistiu a intoxicação pelo inseticida Carbofurano. Mirella, morreu em hospital privado da Capital às 15h17 do dia 13 de junho de 2019, depois de sucessivas internações.

 

As datas dos depoimentos ainda não foram confirmadas e estão sendo agendados pela DHPP. Olímpio aponta que a exumação do corpo deve fechar a investigação. Laudos de exames médicos a que Edson foi submetido também vão fazer parte do inquérito policial.

 

O processo do homicídio de Mirella corre em segredo de Justiça e a primeira audiência está prevista para a tarde do próximo dia 27 de fevereiro, na 14ª Vara Criminal. A investigação da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança (Deddica), teve como ponto de partida a suspeita da equipe médica que atendeu Mirella, em parte das 10 internações que antecederam a morte. A resistência da madrasta em submeter a menina a necropsia, após a morte, reforçou ainda mais a suspeita de envenenamento.

 

Jaira nega a autoria do crime, mas é a principal suspeita por ser a única responsável pelos cuidados com a enteada. A motivação para o crime seria a herança da menina, que receberia uma indenização milionária pela morte da mãe, durante o parto. Após 10 anos o processo foi encerra do contra o hospital, com causa ganha à família no valor de R$ 800 mil. A mãe de Mirella, Poliane Chue Oliveira, na época com 22 anos, morreu decorrência de uma forte hemorragia, em 22 de novembro de 2000.

 

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