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Deu em A Gazeta 18.01.2020 | 07h18

Prefeito descarta reajuste na tarifa do transporte público

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Redação de A Gazeta

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

A tarifa do transporte público de Cuiabá não terá reajuste este ano. A afirmação é do prefeito Emanuel Pinheiro diante da licitação do serviço, realizada em dezembro do ano passado. Dessa forma, os cuiabanos continuarão a pagar R$ 4,10, valor em vigor desde o dia 3 de junho do ano passado. As empresas que atuam com contrato emergencial chegaram a requerer um aumento para R$ 4,25, o que foi negado.

 

O último reajuste, de 6,7%, que elevou o valor da passagem em R$ 0,25, foi aprovado em janeiro do ano passado. Entretanto, por duas vezes, por determinação do Tribunal de Contas do Estado, a população voltou a pagar R$ 3,85.

Após um novo estudo apresentado, o reajuste foi mantido pelo conselho da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados da Capital (Arsec). O valor, geralmente, é reajustado anualmente, sempre no início do ano.

 

Desta vez, segundo o prefeito da Capital, as empresas vencedoras da licitação têm até 180 dias, contados a partir de 23 de dezembro, para assumir a operação do sistema na cidade. Até lá, as atuais empresas continuam prestando o serviço, garantido por contrato emergencial.

 

“Não seria justo com o trabalhador aumentar o preço de um serviço que ainda não começou a ser prestado. Portanto, em respeito ao cidadão, entramos em acordo com as vencedoras que assumirão a concessão e garantimos que neste ano não haverá aumento”, explica.

 

O reajuste na tarifa de ônibus está previsto em contrato com as empresas e é feito anualmente pela Arsec. Enquanto membro do Conselho Participativo do órgão, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) tem acompanhando as análises de viabilidade.

 

As alterações levam em consideração os gastos com insumos, a inflação e os subsídios nas passagens concedidos a diversos segmentos, autorizados por lei, como no caso dos estudantes, idosos e pessoas com deficiência.

 

Em 2017, Pinheiro chegou a “congelar” o aumento, por constatar a falta de melhorias no transporte coletivo. “Sabemos que os desafios para melhorar o transporte público são grandes, por isso trabalhamos tanto na nova licitação, que irá mudar uma realidade nossa gente enfrenta há décadas.”

 

A nova licitação, lançada após 20 anos, prevê, entre as melhorias, redução na idade média dos veículos de 5.5 para 4.5 anos. “Pedi às empresas que já entrassem com 50% da frota com idade reduzida e ar-condicionado. Nossa meta é de que em até 3 anos 70% dos coletivos em circulação sejam climatizados e que, no máximo em 5 anos, estejamos operando com a totalidade da frota climatizada”, finaliza.

 

Das 4 empresas vencedoras da licitação, 3 são de Cuiabá e já operam o sistema. A empresa Viação Paraense, de Belo Horizonte, é a novidade e foi a vencedora do primeiro lote. Já a Rápido Cuiabá Transporte Urbano, que vai operar o segundo lote, tem como um dos proprietários Ricardo Caixeta, dono da Pantanal Transportes. A Caribus Transportes e Serviços Ltda, que ficou com o terceiro lote, é antiga Norte e Sul. O quarto e último lote ficou com a Integração Transporte Ltda, que já opera na Capital.

 

Hoje, circulam 402 ônibus na Capital, divididos em 70 linhas. Pela nova proposta, os passageiros vão contar com a mesma frota. As empresas precisarão investir, no mínimo, R$ 263 milhões ao longo de 20 anos, prorrogáveis por mais 5 anos.

 

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