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R$ 3 mi 06.03.2020 | 09h15

Prefeitura rebate HCan e afirma que hospital deve o município

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Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

A falta de atendimento dos pacientes no Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCan), por uma suposta falta de recursos, foi rebatida pela Prefeitura de Cuiabá, que regula os pacientes atendidos na Capital. Segundo o secretário de Saúde, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, na verdade quem tem dívida é o HCan, que recebeu R$ 3 milhões e não prestou serviços.

 

Pôssas de Carvalho afirmou que a dívida divulgada pelo HCan, de R$ 9 milhões, não procede e o valor correto seria de R$ 3,5 milhões, referentes a novembro e dezembro de 2019, e que já estão em processo de pagamento.

 

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"Cabe ressaltar que, embora tenhamos solicitado um encontro de contas, o Município não está descontando uma dívida de R$ 3,040 milhões em serviços que já foram pagos e que eles não executaram. Apesar disso, em respeito à população SUS, nós ainda propusemos adiantar R$ 2,5 milhões nesta quinta-feira (5) até que o processo de liquidação seja concluído, mas a direção do Hcan recusou, reforçando o total desrespeito com os pacientes, que neste momento tem sido usado pelo HCan como massa de manobra para atingir objetivos dos quais não tem direito”, criticou o secretário.

 

Os valores da "dívida" do HCan com a Prefeitura são referentes à duas emendas parlamentares, sendo uma de R$ 2,2 milhões para cirurgias eletivas e biópsias, e outra de R$ 840 mil para serviços de ultrassom. Por não ter executado os serviços pagos com as emendas, o hospital não pode receber novas emendas.

 

Além disso, o secretário afirma que um incentivo de Índice de Valorização de Qualidade (IVQ) deixou de ser pago ao HCan por causa dos problemas no atendimento aos pacientes.

 

“Esse recurso é pago a quem atende com dignidade e responsabilidade tudo o que foi contratado pela saúde pública de Cuiabá. O HCan possui R$ 693.414,41 para receber. Mas justamente pelo fato de escolherem o paciente, onde muitos que são regulados por nós acabam sendo enviados para casa e só são atendidos cerca de um ano depois, é que não pagaremos esse incentivo ao HCan no novo contrato. Por conta de situações como esta é que Cuiabá mudou as regras, só vai pagar pelo serviço executado com qualidade para o paciente SUS", enfatizou Pôssas de Carvalho. (Com informações da assessoria)

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