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IVERMECTINA 03.07.2020 | 12h52

Procon investiga estabelecimentos por preços abusivos

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Francisco Mendes

Francisco Mendes

O Procon estadual investiga pelo menos 6 estabelecimentos denunciados por praticar preços abusivos nos medicamentos vendidos. A principal reclamação dos consumidores é quanto a ivermectina, que teve o valor aumentando bruscamente depois que passou a ser usada como tratamento precoce para a covid-19.

 

Nas redes sociais, pessoas relatam que compravam o medicamento por R$ 8, em média, e hoje paga mais de R$ 40 no mesmo produto.


“Ivermectina que custava antes da pandemia 8 a 10 reais, hoje você chega a encontrar ela de até 30 a 40 reais. Absurdo”, reclama um morador de Rondonópolis.


“Paguei 12 Reais em 4 comprimidos há 2 meses e meio, mais ou menos. Só que agora nem encontra mais pra comprar na drogarias e quando chega mesmo com preços altíssimos some rápido (sic)”, narrou outro internauta.


O coordenador de fiscalização do Procon estadual, Ivo Vinicius Firmo, afirma que as reclamações são corriqueiras e que os estabelecimentos estão sendo investigados, notificados e multados por não cumprirem as exigências previstas para venda de medicamento.


O coordenador explica que há uma tabela divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que limita o preço mínimo e máximo a ser cobrado por certo produto. O valor varia de acordo com o laboratório fabricante e a apresentação do mesmo.


Por conta da alta procura pela ivermectiba, o valor de venda também se elevou. A cartela com 2 comprimidos é vendida entre R$16,22 e R$ 24,83. A caixa com 4 comprimidos pode ser comercializada até R$43,20.


“São dois pontos considerados na fiscalização. Se o produto está com preço acima da recomendação e também se houve um aumento repentino e sem justificativa do preço, mesmo que esteja dentro do valor máximo a ser cobrado”, explica o coordenador.


Ambas as situações geram multa ao estabelecimento e ele também responde criminalmente à Delegacia do Consumidor.
“Estamos fiscalizando junto com a delegacia para coibir a prática. Muitas vezes o lucro que o comerciante vai ter com os preços elevados não compensa a multa que ele vai pagar”, relata o coordenador.


Logo que a pandemia chegou ao estado, o álcool em gel desapareceu das prateleiras e, quando voltou ao mercado, estava sendo vendido há R$ 75. Os estabelecimentos foram fiscalizados e notificados para se adequarem aos preços determinados. Após a onde da sobrepreço, as denúncias pararam.


O coordenador conta que foram mais de 60 estabelecimentos investigados por causa de denúncias relacionadas ao álcool gel.


Denúncias podem ser feitas pelo site https://www.consumidor.gov.br/.

 

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