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BARRACAS FECHADAS 06.08.2020 | 18h14

Retorno à feira é tímido e comerciantes esperam ajuda

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

No segundo dia de abertura das feiras em Cuiabá, o movimento é tímido e muitos comerciantes não abririam suas barracas por falta de dinheiro para insumos. Na feira do Artesão, ao lado da Catedral Metropolitana Basílica Senhor Bom Jesus, matriz de Cuiabá, poucos feirantes atendiam na manhã desta quinta-feira (6).


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Na segunda-feira (3), a Prefeitura de Cuiabá publicou o decreto nº 8.033, que autorizou funcionamento de feiras de rua e ambulantes. Também determinou regras de distanciamento e impôs rodizio aos feirantes.


Há 20 anos com barraca na feira, o comerciante José Maria Gomes voltou ao local na quarta-feira (5), depois de 5 meses longe do local de trabalho. Ele relata grande dificuldade nos últimos meses em que ficou sem sua única fonte de renda.


Para atravessar os dias sem trabalho e honrar as despesas de casa, ele vendeu o carro.


No retorno ao espaço muito coisa mudou. Correntes foram instaladas a frente das barracas, a fim de impor o distanciamento social entre o cliente e os atendentes. Um lavatório portável foi instalado na entrada da feira para que as pessoas lavassem as mãos. A tapioca que o fez famoso já não é mais vendida. Nem a goma para o alimento vendido a quilo não é

comercializado mais. A farinha para tapioca é apresentada em potes de 1kg.

 

Chico Ferreira

Feira

José Maria Gomes - Barraca da Tapioca

O feirante explica a tapioca não é feita para evitar que os clientes consumam a refeição no local e causem aglomeração em torno da barraca.


“Muita gente ainda prefere o isolamento. Não é porque liberou que todo mundo vai voltar. Isso é gradativo, tem que ter a aceitação do público”, conta o feirante.


José Maria explica que o rodizio imposto pelo decreto não foi feito no espaço, visto que são poucos comerciantes na rua. “Nem tem com quem revezar agora”, relata.


Além da precaução para evitar contaminação pelo novo coronavírus, a falta de dinheiro também é um obstáculo para a retomada da atividade nas do comércio de rua.

 

Chico Ferreira

Feira

 

“Tem gente que está esperando esse auxílio de R$ 500 da prefeitura prometeu para poder voltar, porque não tem dinheiro”, conta o feirante. Ele a esposa não receberam a ajuda.


Além da barraca de tapioca, estavam abertas na feira quiosque de pastel, suco, e uma que comercializava terços e artesanatos religiosos.


A feira do artesão e culinária funciona de segunda a sábado das 9h às 17h.

 

 

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