Publicidade

Cuiabá, Sexta-feira 18/09/2020

Cidades - A | + A

SOFRIMENTO 05.08.2020 | 17h13

Sem notícias há mais de um ano, família busca por técnico

Facebook Print google plus

Reprodução

Reprodução

Há mais de um ano, a família de Wellington Bueno Carvalho sofre com o seu desaparecimento. O técnico de internet, conhecido pelo apelido “Paulista”, saiu para trabalhar no dia 5 de abril de 2019, e após ser deixado pelo chefe em uma distribuidora de água no Residencial Jamil Boutros Nadaf, em Cuiabá, ele não retornou para casa.


De acordo com informações de Iracelis Maria, sogra de Wellington, ele era natural de São Paulo (SP), mas morava em Cuiabá há mais de 10 anos. Ele tem dois filhos, de 4 e 2 anos.


O genro é técnico de internet na empresa CO Digital. No dia 5 de abril, ele saiu uniformizado. No fim do expediente, seu chefe o deixou em uma distribuidora, próximo do bairro em que mora, no Jonas Pinheiro.

 

Leia também - Por falta de repasse, pacientes de câncer ficam sem tratamento de quimioterapia


Contudo, ele não chegou em casa. “Era sexta-feira. No sábado, ele teria que trabalhar e não apareceu em casa. O chefe dele veio em casa para buscá-lo, mas ate então ele não tinha parecido”, relembra Iracelis.


Desde então, a família de Cuiabá e São Paulo iniciaram uma busca pelo técnico. Segundo Iracelis, durante esses 1 ano e 4 meses, eles não receberam uma única notícia - nem de Wellington, nem de ninguém que o viu.


O caso está com a Polícia Civil. Porém, devido à pandemia do coronavírus, Iracelis explica que a família tem recebido poucas informações. “Quando falam alguma coisa, dizem para minha filha. Agora, nessa pandemia ficou mais difícil para eles trabalharem. O caso foi pro Ministério Público e não retornou, falam que não tem como dar prosseguimento ao caso”, lamenta.


Além das crianças sem o pai, Iracelis conta que os pais de Wellington, Lazara Bueno e Francisco Carvalho, sofrem muito. Por morarem em São Paulo, eles ficam mais apreensivos ainda. Ela ainda conta que a família não tem ideia do que possa ter acontecido com o técnico.


“Mãe é complicado. Sem palavras... Eu fico pensando em como ela deve estar passado, deve ter sido pior do que a gente passou no começo, nessa situação e medo, sem saber o que o aconteceu”, detalha.


Quem tiver alguma informação do paradeiro de Wellington, pode entrar em contato pelos telefones: (65) 99231-8799 Iracelis, (65) 98137-6993 Tati e (11) 97975-6176 Lázara.

Galeria de fotos

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Denúncias de mulheres contra agressores demoram vir à tona por conta de posição social?

Parcial

Edição digital

Sexta-feira, 18/09/2020

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 19,00 -1,04%

Algodão R$ 91,22 -0,77%

Boi a Vista R$ 129,75 -0,06%

Soja Disponível R$ 70,50 -1,12%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2020 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.