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ALUGUEL DE R$ 200 MIL 06.05.2020 | 16h35

Sem uso, Estado rompe contrato com Hotel Fazenda

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Divulgação

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Após um mês e nenhum servidor hospedado no Hotel Fazenda Mato Grosso, o Estado não irá prorrogar contrato com a rede hoteleira. Os apartamentos seriam destinados ao isolamento de funcionários da saúde contaminados pelo coronavírus e custavam R$ 200 mil. O comunicado foi feito pelo secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, em transmissão nesta quarta-feira (6).


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O gestor explicou que apenas uma funcionária do Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) foi contaminada e precisou de isolamento social. Contudo, a servidora preferiu ficar em casa e não utilizou os serviços do hotel.


“Graças a Deus não temos nenhum paciente hospedado lá. Ontem tomamos uma decisão, junto ao Comitê de Situação do Palácio Paiaguás, onde não tivemos a incidência esperada e a necessidade de continuar tendo esse serviço, não vamos prorrogar o contrato por mais tempo. Somente por esse mês”, explicou.


Caso outros servidores sejam contaminados e precisem de isolamento domiciliar, serão oferecidas instalações hospitalares para que cumpra a quarentena.


“Não vamos renovar contrato com o hotel e, a medida que os casos forem aparecendo, buscaremos soluções”, esclarece.
O hotel disponibilizou 50 apartamentos para atender à demanda do Estado.


Volta ao trabalho
A partir do dia 11 de abril os funcionários do Estado voltam a cumprir carga de 8h diárias de trabalho na repartição pública. O Secretário esclarece que o responsável por cada setor irá adotar medidas de distanciamento e higiene para garantir a segurança de saúde dos trabalhadores.


Os servidores do grupo de risco terão que seguir com o teletrabalho para prevenir contaminação pelo coronavírus.
O gestor citou que somente da saúde são 600 funcionários que possuem comorbidades e que estão em home office. Esse grupo permanecerá trabalhando de casa e a orientação é que todo servidor do grupo de risco fique em casa.


Equipamentos de proteção
Logo no começo da pandemia, houve muitas reclamações quanto a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os servidores que atuam diretamente com pacientes. O secretário afirmou que os insumos foram adquiridos e que não falta material para o trabalho. “Temos um número robusto de EPI’s”, garantiu. O gestor assegura que há equipamentos em estoque para uso por 60 dias ininterruptos. Ainda há materiais comprados chegando em remessas gradativas.

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