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Cuiabá, Quinta-feira 09/04/2026

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Soltos em habitat natural 09.04.2026 | 15h00

Tamanduá e cobras são resgatadas em áreas de risco no interior

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Isabele Nery

redacao@gazetadigital

Divulgação

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Na última quarta-feira (8) foram resgatadas duas serpentes e um tamanduá-mirim em situações de risco nos municípios de Poxoréu (251 km de Cuiabá), Primavera do Leste (231 km de Cuiabá) e Alta Floresta (803 km de Cuiabá).

 

A primeira ocorrência foi em Poxoréu, quando uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada por volta das 9h15 para capturar um tamanduá-mirim em frente à delegacia da Polícia Civil. Chegando no local, o animal se apresentava saudável e sem ferimentos. Foi feito o resgate de forma segura e, posteriormente, o animal foi solto no seu habitat natural, longe da cidade.

 

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Os tamanduás-mirins também são conhecidos como tamanduá-de-colete por conta da coloração e forma que sua pelagem fica no peito, que o faz parecer usar um colete preto. Essa coloração pode variar entre pretos ou marrons. Ao contrário dos tamanduás-bandeiras, que chegam a mais de 2 metros de comprimento, os mirins só podem chegar até 105 centímetros.

 

A outra ocorrência foi em Primavera do Leste, às 10h, quando uma equipe foi chamada para capturar uma serpente, cuja espécie não foi divulgada, em um canteiro de obras no bairro Buritis. O animal estava abrigado nos vãos de um muro em construção e a retirada foi feita com o uso de pinça. Em seguida, a serpente foi levada e solta em uma área de mata afastada.

 

Já em Alta Floresta, no período da tarde, por volta das 15h, os militares foram retirar uma cobra que estava atravessando uma rua no bairro Setor Industrial. Ela foi identificada como uma jiboia e tinha aproximadamente 1,80 metros. Ela foi capturada em segurança e depois solta de novo em uma área de mata.

 

As jiboias não são peçonhentas e podem chegar até os 4 metros de comprimento. Diferente das crenças populares, elas não costumam ser perigosas para os seres humanos. Seu alimento são animais do tamanho de um gato doméstico, e as presas morrem geralmente por asfixia e não esmagadas, como se costuma achar. Essa espécie também pode ser encontrada em todos os continentes.

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